Não preciso de me drogar para ser um gênio, não preciso de ser um gênio para ser humano, só preciso do seu sorriso para ser feliz.
Charlie Chaplin
terça-feira, 30 de dezembro de 2008
"Há quem diga que todas as noites são de sonhos...
Mas há também quem diga que nem todas...
Só as de verão...
Mas no fundo isso não tem muita importância...
O que interessa mesmo não são as noites em si...
Mas sim os sonhos...
Sonhos que o homem sonha sempre...
Em todos os lugares, em todas as épocas do ano...
Dormindo ou acordado..."
E como diria a música interpretada por Paula Toller: "Sonhar não custa nada."
--
"Perguntei a um sábio,
a diferença que havia
entre amor e amizade,
ele me disse essa verdade...
O Amor é mais sensível,
a Amizade mais segura.
O Amor nos dá asas,
a Amizade o chão.
No Amor há mais carinho,
na Amizade compreensão.
O Amor é plantado
e com carinho cultivado,
a Amizade vem faceira,
e com troca de alegria e tristeza,
torna-se uma grande e querida
companheira.
Mas quando o Amor é sincero
ele vem com um grande amigo,
e quando a Amizade é concreta,
ela é cheia de amor e carinho.
Quando se tem um amigo
ou uma grande paixão,
ambos sentimentos coexistem
dentro do seu coração."
--
(Willian Shakespeare).
Mas há também quem diga que nem todas...
Só as de verão...
Mas no fundo isso não tem muita importância...
O que interessa mesmo não são as noites em si...
Mas sim os sonhos...
Sonhos que o homem sonha sempre...
Em todos os lugares, em todas as épocas do ano...
Dormindo ou acordado..."
E como diria a música interpretada por Paula Toller: "Sonhar não custa nada."
--
"Perguntei a um sábio,
a diferença que havia
entre amor e amizade,
ele me disse essa verdade...
O Amor é mais sensível,
a Amizade mais segura.
O Amor nos dá asas,
a Amizade o chão.
No Amor há mais carinho,
na Amizade compreensão.
O Amor é plantado
e com carinho cultivado,
a Amizade vem faceira,
e com troca de alegria e tristeza,
torna-se uma grande e querida
companheira.
Mas quando o Amor é sincero
ele vem com um grande amigo,
e quando a Amizade é concreta,
ela é cheia de amor e carinho.
Quando se tem um amigo
ou uma grande paixão,
ambos sentimentos coexistem
dentro do seu coração."
--
(Willian Shakespeare).
É estranho pensar como o tempo nos foge pelas mãos.
Como parece que vivemos em vão, quando na verdade vivemos pelo simples prazer da vida ser vivida.
Procuramos respostas e nos esquecemos de procurar perguntas.
Esquecemos de parar de procurar.
Nós temos que parar, pois o relógio não fará isso por nós. Ele não vai esperar realizarmos tudo aquilo que planejamos e não vai nos dar um tempo extra para planejarmos mais.
Intensidade! É disso que precisamos.
Intensidade no que sentimos, no que falamos e no que fazemos.
Pessoas vêm e vão, assim como são as estações do ano.
E por mais que elas insistam em não ficar pra sempre, ao menos a lembrança fica.
É preciso aproveitar cada momento com elas, cada simples momento que pode se tornar o último.
A vida é uma constante mudança.
Eu mudo, tu mudas, ele muda.
Mas como já dizia Raul:
Eu prefiro ser essa metamorfose ambulante.
Como parece que vivemos em vão, quando na verdade vivemos pelo simples prazer da vida ser vivida.
Procuramos respostas e nos esquecemos de procurar perguntas.
Esquecemos de parar de procurar.
Nós temos que parar, pois o relógio não fará isso por nós. Ele não vai esperar realizarmos tudo aquilo que planejamos e não vai nos dar um tempo extra para planejarmos mais.
Intensidade! É disso que precisamos.
Intensidade no que sentimos, no que falamos e no que fazemos.
Pessoas vêm e vão, assim como são as estações do ano.
E por mais que elas insistam em não ficar pra sempre, ao menos a lembrança fica.
É preciso aproveitar cada momento com elas, cada simples momento que pode se tornar o último.
A vida é uma constante mudança.
Eu mudo, tu mudas, ele muda.
Mas como já dizia Raul:
Eu prefiro ser essa metamorfose ambulante.
segunda-feira, 29 de dezembro de 2008
domingo, 21 de dezembro de 2008
Arianas...
As mulheres desse signo dificilmente se curvam diante de idéias alheias, são teimosas, guerreiras, corajosas, ciumentas, explosivas, inteligentes e orgulhosas e sensitivas. É o signo do recomeço e por isso possuem facilidades para começar muitas atividades, porém muito difícil que se termine o que iniciaram. Gostam de correr perigo, de sentir adrenalina na veia, de esportes radicais, são independentes por natureza, não desistem nunca e geralmente conseguem o querem por persistencia. São num todo impacientes e arrogantes quando contrariadas... mas em geral possuem um coração nobre e sempre estendem a mão para os desprotegidos e injustiçados. Possuem um estilo próprio seja ele para música ou jeito de se vestir. São líderes por natureza. Ariana gosta de abrir suas próprias portas, puxar suas cadeiras e acender o próprio cigarro. Ela gosta de ser bem tratada e de galanteios, como toda mulher, mas acha que fazer as coisas por si mesma é a maneira mais rápida!
As mulheres desse signo dificilmente se curvam diante de idéias alheias, são teimosas, guerreiras, corajosas, ciumentas, explosivas, inteligentes e orgulhosas e sensitivas. É o signo do recomeço e por isso possuem facilidades para começar muitas atividades, porém muito difícil que se termine o que iniciaram. Gostam de correr perigo, de sentir adrenalina na veia, de esportes radicais, são independentes por natureza, não desistem nunca e geralmente conseguem o querem por persistencia. São num todo impacientes e arrogantes quando contrariadas... mas em geral possuem um coração nobre e sempre estendem a mão para os desprotegidos e injustiçados. Possuem um estilo próprio seja ele para música ou jeito de se vestir. São líderes por natureza. Ariana gosta de abrir suas próprias portas, puxar suas cadeiras e acender o próprio cigarro. Ela gosta de ser bem tratada e de galanteios, como toda mulher, mas acha que fazer as coisas por si mesma é a maneira mais rápida!
quinta-feira, 18 de dezembro de 2008
"As melhores mulheres pertencem aos homens mais atrevidos. Mulheres são como maçãs em árvores. As melhores estão no topo. Os homens não querem alcançar essas boas, porque eles têm medo de cair e se machucar. Preferem pegar as maçãs podres que ficam no chão, que não são boas como as do topo, mas são fáceis de se conseguir. Assim, as maçãs no topo pensam que algo está errado com elas, quando na verdade, ELES estão errados... Elas têm que esperar um pouco mais para o homem certo chegar... aquele que é valente o bastante para escalar até o topo da árvore".
(Machado de Assis).
(Machado de Assis).
Áries:
Signo de fogo, regido por Marte, que confere, entre outras coisas, a vontade de expandir-se, conquistar, e o impulso de lutar. Os arianos em geral possuem grande energia e vitalidade. São corajoso, combativos, e costumam ter as qualidades necessárias para vencer, realizar, comandar, impor disciplina.
São fisicamente harmoniosos e sexualmente atraentes. Ainda que não demonstrem, podem ser temperamentais, agressivos e muito impacientes. Seu espírito aventureiro e de liderança exige muito autocontrole e energia vital, o que, às vezes, pode provocar um desgaste. Gostam de enfrentar desafios, com sua imensa coragem, que adoram exibir constantemente, e que é muito admirada.
São impulsivos e ardentes por natureza. São muito individualistas, mas não gostam de viver sozinhos. São animados independentes, dinâmicos, e gostam de liderar. Interessam-se por atividades competitivas, exercícios, música rítmica, entre outras coisas.
Uma qualidade: liderança.
Um defeito: impaciência.
Signo de fogo, regido por Marte, que confere, entre outras coisas, a vontade de expandir-se, conquistar, e o impulso de lutar. Os arianos em geral possuem grande energia e vitalidade. São corajoso, combativos, e costumam ter as qualidades necessárias para vencer, realizar, comandar, impor disciplina.
São fisicamente harmoniosos e sexualmente atraentes. Ainda que não demonstrem, podem ser temperamentais, agressivos e muito impacientes. Seu espírito aventureiro e de liderança exige muito autocontrole e energia vital, o que, às vezes, pode provocar um desgaste. Gostam de enfrentar desafios, com sua imensa coragem, que adoram exibir constantemente, e que é muito admirada.
São impulsivos e ardentes por natureza. São muito individualistas, mas não gostam de viver sozinhos. São animados independentes, dinâmicos, e gostam de liderar. Interessam-se por atividades competitivas, exercícios, música rítmica, entre outras coisas.
Uma qualidade: liderança.
Um defeito: impaciência.
Eu poderia ficar acordado só para ouvir você respirar. Ver o seu sorriso enquanto dorme, enquanto você está longe e sonhando. Eu poderia passar minha vida inteira nessa doce rendição, eu poderia me perder neste momento para sempre. Todo momento que eu passo com você é um momento que eu valorizo. Não quero fechar meus olhos, não quero pegar no sono, porque eu sentiria sua falta, amor. E eu não quero perder nada. Porque mesmo quando eu sonho com você - O sonho mais doce nunca vai ser suficiente - Eu ainda sentiria sua falta, amor. E eu não quero perder nada. Deitado perto de você, sentindo o seu coração bater, e imaginando o que você está sonhando. Imaginando se sou eu quem você está vendo. Então eu beijo seus olhos e agradeço a Deus por estarmos juntos. Eu só quero ficar com você, neste momento para sempre, para todo o sempre.Não quero perder um sorriso, não quero perder um beijo. Bom, eu só quero ficar com você. Aqui com você, apenas assim. Eu só quero te abraçar forte, sentir seu coração perto do meu, e ficar aqui neste momento, por todo o resto dos tempos.
... A pelagem clara da lebre a possibilita desaparecer na neve. Sua respiração, intermitente, exageradamente acelerada e afobada aguça todos os sentidos do predador que, à espreita, aguarda seu primeiro vacilo...
É o dia de sorte da lebre. Atingido no pescoço por uma bala calibre 12, o lobo tomba na neve, tingindo de escarlate o gelo que brota do chão. Ainda escondida, a lebre examina as redondezas, buscando qualquer sinal de perigo iminente. Não há.
É frágil a existência da presa. Cada pulsação de seu coração tem o sabor de ser a última. Ela se despede das paredes da sua toca com um descrente 'até nunca mais', toda vez que sai para ver o sol.
Os seis meses de penumbra ártica são sempre compensados pelos eternos 180 dias de luz permanente, de claras madrugadas a luas boiando em tons de azul-celeste.
/beeshop
É o dia de sorte da lebre. Atingido no pescoço por uma bala calibre 12, o lobo tomba na neve, tingindo de escarlate o gelo que brota do chão. Ainda escondida, a lebre examina as redondezas, buscando qualquer sinal de perigo iminente. Não há.
É frágil a existência da presa. Cada pulsação de seu coração tem o sabor de ser a última. Ela se despede das paredes da sua toca com um descrente 'até nunca mais', toda vez que sai para ver o sol.
Os seis meses de penumbra ártica são sempre compensados pelos eternos 180 dias de luz permanente, de claras madrugadas a luas boiando em tons de azul-celeste.
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Quando o encaro em seus olhos, eu sou capaz de ver um amor reprimido. Mas, querido, quando eu te abraço, você não pode ver que eu sinto o mesmo? Porque nada dura para sempre, e ambos sabemos que corações podem mudar. E é difícil carregar uma vela na gélida chuva de novembro. Nós estivemos nisso por um longo tempo, apenas tentando aniquilar a dor... Porque amantes sempre vêm e amantes sempre vão e ninguém realmente tem certeza de quem está se deixando ir hoje. Indo embora.
Se nós pudéssemos ganhar o tempo para deixar tudo na linha, eu poderia descansar minha mente apenas sabendo que você é meu, inteiramente meu. Portanto, se você quer me amar, então, querido, não reprima-se ou eu acabarei caminhando na gélida chuva de novembro. Você precisa de um tempo... Para você? Você precisa de um tempo... Sozinho? Todos precisam de um tempo para si. Você não sabe que precisa de um tempo... Sozinho? Eu sei que é difícil manter aberto o coração quando, até mesmo os amigos parecem te prejudicar. Mas se você pudesse curar um coração partido, não haveria tempo para te encantar. Às vezes eu preciso de um tempo... Para mim. Às vezes eu preciso de um tempo... Sozinho. Todos precisam de um tempo para si. Você não sabe que precisa de um tempo... Sozinho?
Quando seus medos desaparecerem, e as sombras ainda permanecerem, eu sei que você pode me amar quando não houver ninguém para culpar. Então, deixa pra lá a escuridão, nós ainda podemos achar um caminho. Pois nada dura para sempre, nem mesmo a gélida chuva de novembro. Você não acha que precisa de alguém? Todos precisam de alguém. Você não é o único.
Se nós pudéssemos ganhar o tempo para deixar tudo na linha, eu poderia descansar minha mente apenas sabendo que você é meu, inteiramente meu. Portanto, se você quer me amar, então, querido, não reprima-se ou eu acabarei caminhando na gélida chuva de novembro. Você precisa de um tempo... Para você? Você precisa de um tempo... Sozinho? Todos precisam de um tempo para si. Você não sabe que precisa de um tempo... Sozinho? Eu sei que é difícil manter aberto o coração quando, até mesmo os amigos parecem te prejudicar. Mas se você pudesse curar um coração partido, não haveria tempo para te encantar. Às vezes eu preciso de um tempo... Para mim. Às vezes eu preciso de um tempo... Sozinho. Todos precisam de um tempo para si. Você não sabe que precisa de um tempo... Sozinho?
Quando seus medos desaparecerem, e as sombras ainda permanecerem, eu sei que você pode me amar quando não houver ninguém para culpar. Então, deixa pra lá a escuridão, nós ainda podemos achar um caminho. Pois nada dura para sempre, nem mesmo a gélida chuva de novembro. Você não acha que precisa de alguém? Todos precisam de alguém. Você não é o único.
sábado, 13 de dezembro de 2008
Todos os momentos de nossas vidas tem um significado e nada acontece por acaso.
Às vezes não damos muita importância, para o que está acontecendo a nossa volta e deixamos a felicidade escapar por entre os dedos. Talvez por medo de enfrentar a realidade.
Porque a Felicidade fica ali tão visível que achamos que trata-se de algo desconhecido e deixamos passar. Mas temos que tomar cuidado, pois o tempo passa sem ao menos percebemos e quando nos dermos conta de que precisamos da felicidade pode ser tarde demais.
Por isso nunca deixe escapar das mãos aquele momento de paz, alegria, ou aquela pessoa do qual você se sente bem ao lado dela.
Lute, busque, siga em frente, vá atrás do que há de melhor para você!
Às vezes não damos muita importância, para o que está acontecendo a nossa volta e deixamos a felicidade escapar por entre os dedos. Talvez por medo de enfrentar a realidade.
Porque a Felicidade fica ali tão visível que achamos que trata-se de algo desconhecido e deixamos passar. Mas temos que tomar cuidado, pois o tempo passa sem ao menos percebemos e quando nos dermos conta de que precisamos da felicidade pode ser tarde demais.
Por isso nunca deixe escapar das mãos aquele momento de paz, alegria, ou aquela pessoa do qual você se sente bem ao lado dela.
Lute, busque, siga em frente, vá atrás do que há de melhor para você!
terça-feira, 9 de dezembro de 2008
Your Song
Elton John
Composição: Elton John / Bernie Taupin
It's a little bit funny this feeling inside
I'm not one of those who can easily hide
I don't have much money but boy if I did
I'd buy a big house where we both could live
If I was a sculptor, but then again, no
Or a man who makes potions in a travelling show
I know it's not much but it's the best I can do
My gift is my song and this one's for you
And you can tell everybody this is your song
It may be quite simple but now that it's done
I hope you don't mind
I hope you don't mind that I put down in words
How wonderful life is now you're in the world
I sat on the roof and kicked off the moss
Well a few of the verses well they've got me quite cross
But the sun's been quite kind while I wrote this song
It's for people like you that keep it turned on
So excuse me forgetting but these things I do
You see I've forgotten if they're green or they're blue
Anyway the thing is what I really mean
Yours are the sweetest eyes I've ever seen
(Embalou minha noite chorosa de quarta feira. É - ainda, - tudo por você, feliz ou infelizmente).
Elton John
Composição: Elton John / Bernie Taupin
It's a little bit funny this feeling inside
I'm not one of those who can easily hide
I don't have much money but boy if I did
I'd buy a big house where we both could live
If I was a sculptor, but then again, no
Or a man who makes potions in a travelling show
I know it's not much but it's the best I can do
My gift is my song and this one's for you
And you can tell everybody this is your song
It may be quite simple but now that it's done
I hope you don't mind
I hope you don't mind that I put down in words
How wonderful life is now you're in the world
I sat on the roof and kicked off the moss
Well a few of the verses well they've got me quite cross
But the sun's been quite kind while I wrote this song
It's for people like you that keep it turned on
So excuse me forgetting but these things I do
You see I've forgotten if they're green or they're blue
Anyway the thing is what I really mean
Yours are the sweetest eyes I've ever seen
(Embalou minha noite chorosa de quarta feira. É - ainda, - tudo por você, feliz ou infelizmente).
domingo, 7 de dezembro de 2008
Fica o vazio, após o tchau. Fica o fantasma, quando o concreto se vai. Ficam as marcas de poeira ao redor dos quadros e os longos fios substituindo o ar.
Ficamos eu e você, aqui e aí. Um vazio momentâneo, uma saudade permanente, uma dor que vai e vem, alternada com uma apaixonada e obcecada psicose, que só entende quem sente.
Mas vai passar.
/beeshop
Ficamos eu e você, aqui e aí. Um vazio momentâneo, uma saudade permanente, uma dor que vai e vem, alternada com uma apaixonada e obcecada psicose, que só entende quem sente.
Mas vai passar.
/beeshop
sábado, 6 de dezembro de 2008
E eu sou a raposa...
“- Quem és tu? perguntou o principezinho. Tu és bem bonita...
- Sou uma raposa, disse a raposa.
- Vem brincar comigo, propôs o principezinho. Estou tão triste...
- Eu não posso brincar contigo, disse a raposa. não me cativaram ainda.
- Ah! desculpa, disse o principezinho.
Após uma reflexão, acrescentou:
- Que quer dizer "cativar"?
- Tu não és daqui, disse a raposa. Que procuras?
- Procuro os homens, disse o principezinho. Que quer dizer "cativar"?
- Os homens, disse a raposa, têm fuzis e caçam. É bem incômodo! Criam galinhas também. É a única coisa interessante que fazem. Tu procuras galinhas?
- Não, disse o principezinho. Eu procuro amigos. Que quer dizer "cativar"?
- É uma coisa muito esquecida, disse a raposa. Significa "criar laços..."
- Criar laços?
- Exatamente, disse a raposa. Tu não és para mim senão um garoto inteiramente igual a cem mil outros garotos. E eu não tenho necessidade de ti. E tu não tens também necessidade de mim. Não passo a teus olhos de uma raposa igual a cem mil outras raposas. Mas, se tu me cativas, nós teremos necessidade um do outro. Serás para mim único no mundo. E eu serei para ti única no mundo...
[...]
Mas a raposa voltou à sua idéia.
- Minha vida é monótona. Eu caço as galinhas e os homens me caçam. Todas as galinhas se parecem e todos os homens se parecem também. E por isso eu me aborreço um pouco. Mas se tu me cativas, minha vida será como que cheia de sol. Conhecerei um barulho de passos que será diferente dos outros. Os outros passos me fazem entrar debaixo da terra.
O teu me chamará para fora da toca, como se fosse música.
[...]
A raposa calou-se e considerou por muito tempo o príncipe:
- Por favor... cativa-me! disse ela.
[...]
- A gente só conhece bem as coisas que cativou, disse a raposa. Os homens não têm mais tempo de conhecer alguma coisa. Compram tudo prontinho nas lojas. Mas como não existem lojas de amigos, os homens não têm mais amigos. Se tu queres um amigo, cativa-me!
- Que é preciso fazer? perguntou o principezinho.
- É preciso ser paciente, respondeu a raposa. Tu te sentarás primeiro um pouco longe de mim, assim, na relva. Eu te olharei com o canto do olho e tu não dirás nada. A linguagem é uma fonte de mal-entendidos. Mas, cada dia, te sentarás mais perto...
No dia seguinte o principezinho voltou.
- Teria sido melhor voltares à mesma hora, disse a raposa. Se tu vens, por exemplo, às quatro da tarde, desde as três eu começarei a ser feliz. Quanto mais a hora for chegando, mais eu me sentirei feliz. Às quatro horas, então, estarei inquieta e agitada: descobrirei o preço da felicidade! Mas se tu vens a qualquer momento, nunca saberei a hora de preparar o coração... É preciso ritos.
- Que é um rito? perguntou o principezinho.
- É uma coisa muito esquecida também, disse a raposa. É o que faz com que um dia seja diferente dos outros dias; uma hora, das outras horas.
[...]
Assim o principezinho cativou a raposa. Mas, quando chegou a hora da partida, a raposa disse:
- Ah! Eu vou chorar.
- A culpa é tua, disse o principezinho, eu não queria te fazer mal; mas tu quiseste que eu te cativasse...
[...]
- Adeus, disse ele...
- Adeus, disse a raposa. Eis o meu segredo. É muito simples: só se vê bem com o coração. O essencial é invisível para os olhos.
- O essencial é invisível para os olhos, repetiu o principezinho, a fim de se lembrar.
[...]
- Os homens esqueceram essa verdade, disse a raposa. Mas tu não a deves esquecer. Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas."
- Sou uma raposa, disse a raposa.
- Vem brincar comigo, propôs o principezinho. Estou tão triste...
- Eu não posso brincar contigo, disse a raposa. não me cativaram ainda.
- Ah! desculpa, disse o principezinho.
Após uma reflexão, acrescentou:
- Que quer dizer "cativar"?
- Tu não és daqui, disse a raposa. Que procuras?
- Procuro os homens, disse o principezinho. Que quer dizer "cativar"?
- Os homens, disse a raposa, têm fuzis e caçam. É bem incômodo! Criam galinhas também. É a única coisa interessante que fazem. Tu procuras galinhas?
- Não, disse o principezinho. Eu procuro amigos. Que quer dizer "cativar"?
- É uma coisa muito esquecida, disse a raposa. Significa "criar laços..."
- Criar laços?
- Exatamente, disse a raposa. Tu não és para mim senão um garoto inteiramente igual a cem mil outros garotos. E eu não tenho necessidade de ti. E tu não tens também necessidade de mim. Não passo a teus olhos de uma raposa igual a cem mil outras raposas. Mas, se tu me cativas, nós teremos necessidade um do outro. Serás para mim único no mundo. E eu serei para ti única no mundo...
[...]
Mas a raposa voltou à sua idéia.
- Minha vida é monótona. Eu caço as galinhas e os homens me caçam. Todas as galinhas se parecem e todos os homens se parecem também. E por isso eu me aborreço um pouco. Mas se tu me cativas, minha vida será como que cheia de sol. Conhecerei um barulho de passos que será diferente dos outros. Os outros passos me fazem entrar debaixo da terra.
O teu me chamará para fora da toca, como se fosse música.
[...]
A raposa calou-se e considerou por muito tempo o príncipe:
- Por favor... cativa-me! disse ela.
[...]
- A gente só conhece bem as coisas que cativou, disse a raposa. Os homens não têm mais tempo de conhecer alguma coisa. Compram tudo prontinho nas lojas. Mas como não existem lojas de amigos, os homens não têm mais amigos. Se tu queres um amigo, cativa-me!
- Que é preciso fazer? perguntou o principezinho.
- É preciso ser paciente, respondeu a raposa. Tu te sentarás primeiro um pouco longe de mim, assim, na relva. Eu te olharei com o canto do olho e tu não dirás nada. A linguagem é uma fonte de mal-entendidos. Mas, cada dia, te sentarás mais perto...
No dia seguinte o principezinho voltou.
- Teria sido melhor voltares à mesma hora, disse a raposa. Se tu vens, por exemplo, às quatro da tarde, desde as três eu começarei a ser feliz. Quanto mais a hora for chegando, mais eu me sentirei feliz. Às quatro horas, então, estarei inquieta e agitada: descobrirei o preço da felicidade! Mas se tu vens a qualquer momento, nunca saberei a hora de preparar o coração... É preciso ritos.
- Que é um rito? perguntou o principezinho.
- É uma coisa muito esquecida também, disse a raposa. É o que faz com que um dia seja diferente dos outros dias; uma hora, das outras horas.
[...]
Assim o principezinho cativou a raposa. Mas, quando chegou a hora da partida, a raposa disse:
- Ah! Eu vou chorar.
- A culpa é tua, disse o principezinho, eu não queria te fazer mal; mas tu quiseste que eu te cativasse...
[...]
- Adeus, disse ele...
- Adeus, disse a raposa. Eis o meu segredo. É muito simples: só se vê bem com o coração. O essencial é invisível para os olhos.
- O essencial é invisível para os olhos, repetiu o principezinho, a fim de se lembrar.
[...]
- Os homens esqueceram essa verdade, disse a raposa. Mas tu não a deves esquecer. Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas."
Eu não vou tentar explicar o que eu não posso entender. É um pássaro, é um avião, é apenas uma noite. Se ao menos eu pudesse ir para bem longe, eu te esqueceria completamente. É um blefe, não tem como não lembrar.
Não me pergunte por que eu vim aqui, é muito delicado para colocar em palavras, eu costumava querer fazer você falar, agora eu preferiria que você não falasse. Eu não me importo se você está lendo enquanto eu estou chegando, está tudo bem se você precisa da TV para não notar minha falta de memória. Qual é a pior coisa que poderia acontecer?
Acenda o fósforo e veja a boneca surgir. Não me pergunte o que eu quero de você, não é uma coisa que você poderia fazer propositalmente, eu costumava te querer pra mim, agora eu tenho coisas melhores em mente.
Não me pergunte por que eu vim aqui, é muito delicado para colocar em palavras, eu costumava querer fazer você falar, agora eu preferiria que você não falasse. Eu não me importo se você está lendo enquanto eu estou chegando, está tudo bem se você precisa da TV para não notar minha falta de memória. Qual é a pior coisa que poderia acontecer?
Acenda o fósforo e veja a boneca surgir. Não me pergunte o que eu quero de você, não é uma coisa que você poderia fazer propositalmente, eu costumava te querer pra mim, agora eu tenho coisas melhores em mente.
A mulher de Áries pode ser do tipo que se apaixona intensamente, mas jamais colocará o amor em primeiro plano.
Ela, quase sempre, está mais preocupada consigo mesma para se dedicar totalmente a alguém. Entre todas as mulheres, ela é a que consegue passar mais tempo sem um homem. Claro que viver sem um homem não quer dizer que ela viva sem sonhos ou desejos! A ariana sempre sonhará com o homem de sua vida. No entanto, enquanto suspira, se não houver um homem de carne e osso, não sentirá a falta dele.
A ariana não quer mandar em tudo, ela só quer dar a ultima palavra! Nela existe a típica contradição de Áries: Não quer ninguém muito grudado nela, mas costuma perder o interesse se alguém se afastar demais.Ela sempre tem que enfrentar seu eterno desafio: Dominar enquanto deseja ser dominada! Quando movida pelo orgulho, a ariana se torna tão determinada que poucas coisas conseguirão fazê-la desistir de seus planos! Ela não vai sossegar enquanto não provar que é desejável, mesmo que seu interesse por algo seja passageiro.
Pode ser complicado suportar seu impulso agressivo, mas seu otimismo e sua fé no futuro podem ser altamente compensadores. A ariana é presa fácil para os elogios. Um elogio feito por alguém que ela admira ou julga ser alguém superior pode deixá-la em êxtase por semanas! Para amá-lo ela precisa orgulhar-se de você. A ariana, apesar de exigir muito do parceiro, sabe retribuir em dobro aos seus esforços para agradá-la.
"O que é dela é dela"!
Evite fazer muitos elogios e comentários a respeito de suas amigas. Se ela não for a primeira em sua vida, logo vai ter que procurar outra mulher para ocupar seu lugar. Quando ela é realmente ferida, passa do fogo para uma geleira. E esta frieza pode ser eterna. Ela costuma preferir a companhia de homens à das mulheres. Embora muito possessiva, ela não suporta que nenhum homem tente controlá-la
Não importa para onde vá, faça o que fizer, você tem que confiar nela.
Ela costuma ser fiel a quem ama e não se deixa envolver por aventuras que possam abalar seu relacionamento, quando está apaixonada. Nenhuma mulher se agarra com tanta gana quando o assunto é vencer. Costumam correr atrás do que gostam.
Deixá-la longe daquilo que gosta, é cometer um pecado. Deixe que ela se realize com o que gosta e terá uma mulher muito mais amável, sensível e carinhosa.
Se está apaixonado por uma ariana, dê graças a Deus! Você acaba de encontrar uma mulher que fará de tudo para enfrentar os desafios, apaixonada, fiel e confiante no futuro! A ariana não é do tipo que abandona o barco quando a situação está critica. Ela ficará ao seu lado enquanto sentir que luta ao lado de seu herói.
Ela não estará atrás de você, mas ao seu lado. Para não dizer que muitas vezes estará na sua frente para receber os primeiros golpes!
Ela, quase sempre, está mais preocupada consigo mesma para se dedicar totalmente a alguém. Entre todas as mulheres, ela é a que consegue passar mais tempo sem um homem. Claro que viver sem um homem não quer dizer que ela viva sem sonhos ou desejos! A ariana sempre sonhará com o homem de sua vida. No entanto, enquanto suspira, se não houver um homem de carne e osso, não sentirá a falta dele.
A ariana não quer mandar em tudo, ela só quer dar a ultima palavra! Nela existe a típica contradição de Áries: Não quer ninguém muito grudado nela, mas costuma perder o interesse se alguém se afastar demais.Ela sempre tem que enfrentar seu eterno desafio: Dominar enquanto deseja ser dominada! Quando movida pelo orgulho, a ariana se torna tão determinada que poucas coisas conseguirão fazê-la desistir de seus planos! Ela não vai sossegar enquanto não provar que é desejável, mesmo que seu interesse por algo seja passageiro.
Pode ser complicado suportar seu impulso agressivo, mas seu otimismo e sua fé no futuro podem ser altamente compensadores. A ariana é presa fácil para os elogios. Um elogio feito por alguém que ela admira ou julga ser alguém superior pode deixá-la em êxtase por semanas! Para amá-lo ela precisa orgulhar-se de você. A ariana, apesar de exigir muito do parceiro, sabe retribuir em dobro aos seus esforços para agradá-la.
"O que é dela é dela"!
Evite fazer muitos elogios e comentários a respeito de suas amigas. Se ela não for a primeira em sua vida, logo vai ter que procurar outra mulher para ocupar seu lugar. Quando ela é realmente ferida, passa do fogo para uma geleira. E esta frieza pode ser eterna. Ela costuma preferir a companhia de homens à das mulheres. Embora muito possessiva, ela não suporta que nenhum homem tente controlá-la
Não importa para onde vá, faça o que fizer, você tem que confiar nela.
Ela costuma ser fiel a quem ama e não se deixa envolver por aventuras que possam abalar seu relacionamento, quando está apaixonada. Nenhuma mulher se agarra com tanta gana quando o assunto é vencer. Costumam correr atrás do que gostam.
Deixá-la longe daquilo que gosta, é cometer um pecado. Deixe que ela se realize com o que gosta e terá uma mulher muito mais amável, sensível e carinhosa.
Se está apaixonado por uma ariana, dê graças a Deus! Você acaba de encontrar uma mulher que fará de tudo para enfrentar os desafios, apaixonada, fiel e confiante no futuro! A ariana não é do tipo que abandona o barco quando a situação está critica. Ela ficará ao seu lado enquanto sentir que luta ao lado de seu herói.
Ela não estará atrás de você, mas ao seu lado. Para não dizer que muitas vezes estará na sua frente para receber os primeiros golpes!
domingo, 30 de novembro de 2008
Existem alguns momentos na vida da gente, que paramos, pensamos e então refletimos e chegamos a conclusão que é muito bom estar vivo, ter condição de ir e vir, poder rir, chorar, contar histórias, gritar, correr, nadar... - enfim, viver. Ter família, fazer parte da vida deles. Ter amigos, ajudá-los... ter planos, metas, nos organizar, fazer alguém sorrir, ter lembranças de algo bom que passou na nossa vida, passar um filme de algo que ficou lá num tempo não muito remoto, mas que vivemos de forma intensa. Obrigado por você existir e de certa forma fazer parte da minha vida... de forma tão intensa ou nem tanto assim, mas de simplesmente existir na minha vida.
Texto dedicado à "Ilustre" Vaios Athanasios Dandos.
Texto dedicado à "Ilustre" Vaios Athanasios Dandos.
terça-feira, 25 de novembro de 2008
Um dia a maioria de nós irá se separar. Sentiremos saudades de todas as conversas jogadas fora, as descobertas que fizemos, dos sonhos que tivemos, dos tantos risos e momentos que compartilhamos...
Saudades até dos momentos de lágrima, da angústia, das vésperas de finais de semana, de finais de ano, enfim... do companheirismo vivido... Sempre pensei que as amizades continuassem para sempre... Hoje não tenho mais tanta certeza disso.
Em breve cada um vai pra seu lado, seja pelo destino, ou por algum desentendimento, segue a sua vida, talvez continuemos a nos encontrar, quem sabe... nos e-mails trocados...
Podemos nos telefonar... conversar algumas bobagens. Aí os dias vão passar, meses, anos... Até este contato tornar-se cada vez mais raro.
Vamos nos perder no tempo. Um dia nossos filhos verão aquelas fotografias e perguntarão: "Quem são aquelas pessoas?" Diremos que eram nossos amigos. E isso vai doer tanto!
"Foram meus amigos, foi com eles que vivi os melhores anos de minha vida!"
Saudades até dos momentos de lágrima, da angústia, das vésperas de finais de semana, de finais de ano, enfim... do companheirismo vivido... Sempre pensei que as amizades continuassem para sempre... Hoje não tenho mais tanta certeza disso.
Em breve cada um vai pra seu lado, seja pelo destino, ou por algum desentendimento, segue a sua vida, talvez continuemos a nos encontrar, quem sabe... nos e-mails trocados...
Podemos nos telefonar... conversar algumas bobagens. Aí os dias vão passar, meses, anos... Até este contato tornar-se cada vez mais raro.
Vamos nos perder no tempo. Um dia nossos filhos verão aquelas fotografias e perguntarão: "Quem são aquelas pessoas?" Diremos que eram nossos amigos. E isso vai doer tanto!
"Foram meus amigos, foi com eles que vivi os melhores anos de minha vida!"
domingo, 23 de novembro de 2008
Vê diante de si um abismo; ao seu redor, trevas e só trevas: nenhuma esperança, nenhuma consolação, nenhum futuro, porque ele a deixou, aquele que dava sentido à sua vida. Não vê mais o vasto mundo que a cerca, nem aqueles que poderiam substituir o bem perdido; sente-se sozinha, abandonada para sempre. Então, cega, alucinada pela angústia horrível que lhe oprime todo o ser, precipita-se para a morte que a espreitava, a fim de nela afogar todos os seus tormentos...
"Nossos hábitos se tornavam involuntárias tradições, ações rotineiras que nos faziam adorar de forma desconhecida aquele ambiente descontraido. Algumas descordâncias é claro, mas nada que não nos unisse ainda mais, somente palavras que nos convenciam ainda mais que aqueles estavam sendo os melhores anos de nossas vidas. Éramos amantes da intimidade e desfrutadores da verdade simples e crua, nada mais."
O sucesso não é o final e a falha não é fatal o que conta é a coragem para ir em frente. Amanhã, apaixone-se. Porque o dia seguinte é o dia mais importante da sua vida, é no dia seguinte que sabemos se o dia de ontem valeu a pena, é no dia seguinte que acordamos para a realidade, ou dormimos no sonho.
A vida da gente começa no dia seguinte e só existe uma maneira de viver, apaixonado. por isso dançe, dançe como se ninguém estivesse vendo você. Trabalhe como se não precisasse de dinheiro. Corra como se não houvesse a chegada. Ame como se nunca estivese sido magoado antes. Acredite como se não houvesse frustação. Grite como se ninguém estivesse ouvindo. Beije como se fosse eterno. Sorria como se não existissem lágrimas. Abrace como se fossem todos amigos. Durma como se não houvesse o amanhã. Crie como se não existisse crítica. Vá como se não precisasse voltar. Acorde como se nunca mais você fosse dormir de novo. Faça a próxima viajem como se fosse a última. Vista-se como se não existisse espelhos. Brinque como se não estivesse crescido. Levante como se não estivesse caído. Mergulhe como se não houvesse medo. ouça como se não existisse o certo ou o errado. Fale como se não existisse o certo ou o errado. aprecie como se fosse eterno. Viva como se não houvesse fim.
Prefira ser ao invés de ter. Sentir ao invés de finjir. Andar ao invés de parar. Ver ao invés de esconder. Abrir ao invés de fechar.
Apaixonar-se é um exercício de jardinagem, arranque o que faz mal, prepare o terreno, seja paciente, espere, regue e cuide, - logo terá um jardim. Mas esteja preparado, porque haverá pragas, secas ou excesso de chuvas. Se desistir, não terá um jardim. A paixão não se vê, não se guarda, não se prende, não se controla, não se compra, não se vende, não se fabrica. A paixão é a diferença entre o sucesso e o fracasso, entre a dúvida e a certeza, entre aqueles que gostam do que fazem e daqueles que fazem o que gostam. Apaixonados não esperam, agem. A paixão é o que faz coisas iguais, serem diferentes.
Amanhã quando acordar, pense se hoje valeu a pena e apaixone-se, porque em 24 horas, você vai entrar no dia mais importante da sua vida: o dia seguinte.
A vida da gente começa no dia seguinte e só existe uma maneira de viver, apaixonado. por isso dançe, dançe como se ninguém estivesse vendo você. Trabalhe como se não precisasse de dinheiro. Corra como se não houvesse a chegada. Ame como se nunca estivese sido magoado antes. Acredite como se não houvesse frustação. Grite como se ninguém estivesse ouvindo. Beije como se fosse eterno. Sorria como se não existissem lágrimas. Abrace como se fossem todos amigos. Durma como se não houvesse o amanhã. Crie como se não existisse crítica. Vá como se não precisasse voltar. Acorde como se nunca mais você fosse dormir de novo. Faça a próxima viajem como se fosse a última. Vista-se como se não existisse espelhos. Brinque como se não estivesse crescido. Levante como se não estivesse caído. Mergulhe como se não houvesse medo. ouça como se não existisse o certo ou o errado. Fale como se não existisse o certo ou o errado. aprecie como se fosse eterno. Viva como se não houvesse fim.
Prefira ser ao invés de ter. Sentir ao invés de finjir. Andar ao invés de parar. Ver ao invés de esconder. Abrir ao invés de fechar.
Apaixonar-se é um exercício de jardinagem, arranque o que faz mal, prepare o terreno, seja paciente, espere, regue e cuide, - logo terá um jardim. Mas esteja preparado, porque haverá pragas, secas ou excesso de chuvas. Se desistir, não terá um jardim. A paixão não se vê, não se guarda, não se prende, não se controla, não se compra, não se vende, não se fabrica. A paixão é a diferença entre o sucesso e o fracasso, entre a dúvida e a certeza, entre aqueles que gostam do que fazem e daqueles que fazem o que gostam. Apaixonados não esperam, agem. A paixão é o que faz coisas iguais, serem diferentes.
Amanhã quando acordar, pense se hoje valeu a pena e apaixone-se, porque em 24 horas, você vai entrar no dia mais importante da sua vida: o dia seguinte.
"- Que quer dizer "cativar"?
- É algo quase sempre esquecido, significa criar laços.
- "Criar laços"?
- Exatamente. Tu não és ainda para mim senão um garoto inteiramente igual a cem mil outros garotos. E eu não tenho necessidade de ti. E tu tambem não tens necessidades de mim. Sou a teus olhos uma raposa, igual a cem mil outras raposas. Mas, se tu me cativas, nós teremos necessidade um de outro. Serás para mim único no mundo. E eu serei para ti, única no mundo."
O Pequeno Príncipe.
Dedicado à Patrícia que completa seus 17 anos hoje. E não, eu não esqueci. Parabéns e muitos anos de vida, meu pequeno anjo.
Continue cativando à todos em sua volta.
Nota: Desculpe à falta de palavras, mas simplesmente achei que encaixa-se perfeitamente contigo. Dediquei de coração, e me desculpe também, à falta de dedicação à nossa amizade, que é essencial em minha vida. Eu a amo. Muito.
- É algo quase sempre esquecido, significa criar laços.
- "Criar laços"?
- Exatamente. Tu não és ainda para mim senão um garoto inteiramente igual a cem mil outros garotos. E eu não tenho necessidade de ti. E tu tambem não tens necessidades de mim. Sou a teus olhos uma raposa, igual a cem mil outras raposas. Mas, se tu me cativas, nós teremos necessidade um de outro. Serás para mim único no mundo. E eu serei para ti, única no mundo."
O Pequeno Príncipe.
Dedicado à Patrícia que completa seus 17 anos hoje. E não, eu não esqueci. Parabéns e muitos anos de vida, meu pequeno anjo.
Continue cativando à todos em sua volta.
Nota: Desculpe à falta de palavras, mas simplesmente achei que encaixa-se perfeitamente contigo. Dediquei de coração, e me desculpe também, à falta de dedicação à nossa amizade, que é essencial em minha vida. Eu a amo. Muito.
quinta-feira, 20 de novembro de 2008
Deixe a poeira baixar, está tudo muito confuso ainda. Mas não largue-o. Ele ainda precisa de alguma ajuda sua.
Eu ouvi isso ontem à noite e algumas coisas me fizeram não mais desistir.
Eu ainda li algo, que - coincidência ou não, - me deu uma dose de esperança.
"Alguns relacionamentos, que pareciam terminados podem ganhar nova força e profundidade. Excelente momento para investigação profunda e honesta acerca dos seus sentimentos, anseios e intenções. Você saberá como colocá-los em prática."
Como?
Eu ouvi isso ontem à noite e algumas coisas me fizeram não mais desistir.
Eu ainda li algo, que - coincidência ou não, - me deu uma dose de esperança.
"Alguns relacionamentos, que pareciam terminados podem ganhar nova força e profundidade. Excelente momento para investigação profunda e honesta acerca dos seus sentimentos, anseios e intenções. Você saberá como colocá-los em prática."
Como?
domingo, 16 de novembro de 2008
Here I go again...
And here I go again on my own
Going down the only road I've ever known,
Like a drifter I was born to walk alone.
'Cause I know what it means,
To walk along the lonely...
Street of dreams.
Going down the only road I've ever known,
Like a drifter I was born to walk alone.
'Cause I know what it means,
To walk along the lonely...
Street of dreams.
sábado, 15 de novembro de 2008
domingo, 9 de novembro de 2008
A vida me ensinou, fazer de conta que tudo está bem quando isso não é verdade, para que eu possa acreditar que tudo vai mudar, calar-me para ouvir, aprender com meus erros.
Afinal eu posso ser sempre melhor.
A lutar contra as injustiças, sorrir quando o que mais desejo é gritar todas as minhas dores para o mundo, a alegrar a quem precisa, a pedir perdão, a sonhar acordado, a acordar para a realidade, a aproveitar cada instante de felicidade, a sentir a dor do adeus e do que se acaba, sempre lutando para preservar tudo o que é importante para a felicidade do meu ser, a abrir minhas janelas para o amor, a não temer o futuro.
Me ensinou e esta me ensinando a aproveitar o presente, como um presente que da vida recebi, e usá-lo como um diamante que eu mesma tenha que lapidar, lhe dando forma da maneira que eu escolher.
(Charles Chaplin).
Afinal eu posso ser sempre melhor.
A lutar contra as injustiças, sorrir quando o que mais desejo é gritar todas as minhas dores para o mundo, a alegrar a quem precisa, a pedir perdão, a sonhar acordado, a acordar para a realidade, a aproveitar cada instante de felicidade, a sentir a dor do adeus e do que se acaba, sempre lutando para preservar tudo o que é importante para a felicidade do meu ser, a abrir minhas janelas para o amor, a não temer o futuro.
Me ensinou e esta me ensinando a aproveitar o presente, como um presente que da vida recebi, e usá-lo como um diamante que eu mesma tenha que lapidar, lhe dando forma da maneira que eu escolher.
(Charles Chaplin).
Seemed to stop my breath. My head on your chest waiting to cave in from the bottom of my... Here your voice again; Can we dim the sun and wonder where we've been. Maybe you and me so... Kiss me like you did my heart stopped beating, such a softer sin. I'm Melting.. I'm Melting. In your eyes... I lost my place.
Could stay a while and I'm melting in your eyes... Like my first time that I caught fire. Just stay with me, lay with me now.
Could stay a while and I'm melting in your eyes... Like my first time that I caught fire. Just stay with me, lay with me now.
A gente não se encontrou. A gente se colidiu. Somos um trágico e monumental acidente de trânsito onde tudo faz sentido. Cada barra de aço retorcido que me cutuca por dentro os pulmões quando estou apenas tentando respirar parece ter lá sido colocada por divina providência. O fogo, que encontra uma nova poça de combustível a todo momento, exibe aos transeuntes e curiosos fagulhas de todas as cores, em explosões na forma de cogumelos.
Somos o choque. Somos a tragédia, mas sabemos que sem o outro somos meras ruas vazias. Vazias e paralelas.
Somos o choque. Somos a tragédia, mas sabemos que sem o outro somos meras ruas vazias. Vazias e paralelas.
sábado, 8 de novembro de 2008
muse - invincible
Follow through
Make our dreams come true.
Don't give up the fight,
You will be alright...
'Cause there's no one like you
In the universe,
Don't be afraid!
What you're mind conceals
You should make a stand
Stand up for what you believe
And tonight we can truly say
Together we're invincible!
And during the struggle
They will pull us down.
But please,
please let's use this chance to
Turn things around,
And tonight we can truly say
Together we're invincible!
Do it on your own
Makes no difference to me
What you leave behind
What you choose to be,
And whatever they say...
Your soul's unbreakable.
And during the struggle
They will pull us down
But please,
please let's use this chance to
Turn things around
And tonight we can truly say
Together we're invincible!
Together we're invincible!
And during the struggle,
They will pull us down.
Please,
please let's use this chance to
Turn things around.
And tonight we can truly say,
Together we're invincible...
Together we're invincible!
Make our dreams come true.
Don't give up the fight,
You will be alright...
'Cause there's no one like you
In the universe,
Don't be afraid!
What you're mind conceals
You should make a stand
Stand up for what you believe
And tonight we can truly say
Together we're invincible!
And during the struggle
They will pull us down.
But please,
please let's use this chance to
Turn things around,
And tonight we can truly say
Together we're invincible!
Do it on your own
Makes no difference to me
What you leave behind
What you choose to be,
And whatever they say...
Your soul's unbreakable.
And during the struggle
They will pull us down
But please,
please let's use this chance to
Turn things around
And tonight we can truly say
Together we're invincible!
Together we're invincible!
And during the struggle,
They will pull us down.
Please,
please let's use this chance to
Turn things around.
And tonight we can truly say,
Together we're invincible...
Together we're invincible!
sábado, 1 de novembro de 2008
Dedicado à um grande amigo...
Entreguei a carta em suas mãos, ele olhou para mim sem entender e logo leu o título daquele papel mal dobrado e desorganizado. Ergueu seus braços e soltou alguma expressão de doçura, beijando-me o rosto. Guardou o pedaço de papel junto com outros materiais de faculdade e eu parti, desejando apenas uma "boa noite" à todos que ainda permaneciam na sala aglomerados à volta do professor. Ouvi vozes desejando à mesma boa noite, e sem sequer virar para trás, parti. Foi bom escrever-lhe tudo aquilo. Se eu partir seu coração, não farei mais que minha grande "obrigação".Se não partir, queria ao menos tocá-lo com minha inúteis palavras, e deixá-lo mais vulnerável. (Ainda mais) Deixá-lo ainda mais vulnerável à mim. Eu o quero. De qualquer forma. QUALQUER forma.
Aposto que ainda nem leu aquilo tudo que lhe escrevi, mas aposto que lerá. A curiosidade mata qualquer um. Principalmente a minha em ver sua expressão ao ler aquelas palavras.
Dê-me seu sorriso. Seus carinhos, seus abraços... Fique comigo.
Entreguei a carta em suas mãos, ele olhou para mim sem entender e logo leu o título daquele papel mal dobrado e desorganizado. Ergueu seus braços e soltou alguma expressão de doçura, beijando-me o rosto. Guardou o pedaço de papel junto com outros materiais de faculdade e eu parti, desejando apenas uma "boa noite" à todos que ainda permaneciam na sala aglomerados à volta do professor. Ouvi vozes desejando à mesma boa noite, e sem sequer virar para trás, parti. Foi bom escrever-lhe tudo aquilo. Se eu partir seu coração, não farei mais que minha grande "obrigação".Se não partir, queria ao menos tocá-lo com minha inúteis palavras, e deixá-lo mais vulnerável. (Ainda mais) Deixá-lo ainda mais vulnerável à mim. Eu o quero. De qualquer forma. QUALQUER forma.
Aposto que ainda nem leu aquilo tudo que lhe escrevi, mas aposto que lerá. A curiosidade mata qualquer um. Principalmente a minha em ver sua expressão ao ler aquelas palavras.
Dê-me seu sorriso. Seus carinhos, seus abraços... Fique comigo.
domingo, 26 de outubro de 2008
Nem tudo é como a gente quer.
No entanto, isso não quer dizer que não é tudo que precisamos. Muitas vezes, essas coisas que a vida nos coloca pelo caminho são bem melhores do que a gente esperava. Veja bem, a hora mais bonita do dia é aquela em que o céu fica vermelho, e não azul. As mais belas noites são aquelas poucas em que a lua pega emprestada quase toda a luz do sol e a gente não precisa de lanterna pra caminhar. Exemplos não me faltam: a gente só ama o frio porque pode se envolver em mil casacos e cobertores, bem como agradecemos pelo escaldante sol de verão somente após mergulharmos num mar gelado.
Eu posso não ser o que tu esperavas, mas a gente não escolhe o que quer sonhar quando coloca a cabeça no travesseiro. E que atire a primeira pedra quem não gosta de sonhar aqui. Eu posso não ser o que tudo que tu precisavas, mas a gente vive e morre sem saber do que realmente precisamos. Eu posso não bastar. Então que baste o amor.
Eu posso não ser um monte de coisas, mas tenho certeza de tudo aquilo que sou: um céu vermelho, uma noite de lua cheia, um cobertor e um banho de mar, e tudo o mais que tu quiseres viver junto de mim.
1 mês se foi. Enche teus pulmões, pois tu vais precisar de todo o ar que eles puderem conter.
No entanto, isso não quer dizer que não é tudo que precisamos. Muitas vezes, essas coisas que a vida nos coloca pelo caminho são bem melhores do que a gente esperava. Veja bem, a hora mais bonita do dia é aquela em que o céu fica vermelho, e não azul. As mais belas noites são aquelas poucas em que a lua pega emprestada quase toda a luz do sol e a gente não precisa de lanterna pra caminhar. Exemplos não me faltam: a gente só ama o frio porque pode se envolver em mil casacos e cobertores, bem como agradecemos pelo escaldante sol de verão somente após mergulharmos num mar gelado.
Eu posso não ser o que tu esperavas, mas a gente não escolhe o que quer sonhar quando coloca a cabeça no travesseiro. E que atire a primeira pedra quem não gosta de sonhar aqui. Eu posso não ser o que tudo que tu precisavas, mas a gente vive e morre sem saber do que realmente precisamos. Eu posso não bastar. Então que baste o amor.
Eu posso não ser um monte de coisas, mas tenho certeza de tudo aquilo que sou: um céu vermelho, uma noite de lua cheia, um cobertor e um banho de mar, e tudo o mais que tu quiseres viver junto de mim.
1 mês se foi. Enche teus pulmões, pois tu vais precisar de todo o ar que eles puderem conter.
sábado, 25 de outubro de 2008
Eu quero quebrar essas xícaras, eu vou enganar o diabo, eu quero acordar sua família. Eu vou escrever no seu muro, e violentar o seu rosto... Eu quero roubar no seu jogo, eu já arranhei os seus discos. Que é pra ver se você volta, que é pra ver se você vem, que é pra ver se você olha... Pra mim. Nada ficou no lugar, eu quero entregar suas mentiras. Eu vou invadir sua alma, queria falar sua língua. Eu vou publicar seus segredos, eu vou mergulhar sua guia... Eu vou derramar nos seus planos, o resto da minha alegria. Que é pra ver se você volta, que é pra ver se você vem, que é pra ver se você olha... Pra mim.
quinta-feira, 23 de outubro de 2008
Não sei porquê, insisto tanto em te querer, se você sempre faz de mim o que bem quer... Se ao teu lado, sei tão pouco de você, é pelos outros que eu sei quem você é...
E é assim, que eu perdoô teus deslizes, e é assim o nosso jeito de viver... Em outros braços tu resolves tuas crises, em outras bocas... Não consigo te esquecer.
E é assim, que eu perdoô teus deslizes, e é assim o nosso jeito de viver... Em outros braços tu resolves tuas crises, em outras bocas... Não consigo te esquecer.
sexta-feira, 17 de outubro de 2008
Olhe! Já vem surgindo um sorriso ao longe! E tão brilhante és, que o vejo de longe.
Tão irradiante, que transmite também à mim um largo e espaçoso sorriso. Daqueles que não é necessário forçar. Algo que vem de dentro para fora, e tão instintivamente, que não seria possível segurá-lo.
O brilho aproxima-se, ofusca, encanta. Quero dedicar muitos e muitos dias a ver tal brilho, tal sorriso. Quero lançar à meu próprio semblante alegria, brilho, sentimento, paixão. Ele seria extremamente normal e comum à meus olhos, se não fosse por um fato: Estou apaixonada por ele.
Não existe outro foco. Nada existe enquanto ele existir.
Tão irradiante, que transmite também à mim um largo e espaçoso sorriso. Daqueles que não é necessário forçar. Algo que vem de dentro para fora, e tão instintivamente, que não seria possível segurá-lo.
O brilho aproxima-se, ofusca, encanta. Quero dedicar muitos e muitos dias a ver tal brilho, tal sorriso. Quero lançar à meu próprio semblante alegria, brilho, sentimento, paixão. Ele seria extremamente normal e comum à meus olhos, se não fosse por um fato: Estou apaixonada por ele.
Não existe outro foco. Nada existe enquanto ele existir.
Via Funchal apresenta... Cyndi Lauper.
Palmas, palmas! E ainda tem R.E.M e Duran Duran. Oh! Difícil decisão... Bons shows não deveriam ser um atrás do outro, assim não dá para ir em todos (ou em nenhum) e eu fico chupando o dedo, morta de raiva por não poder ir. Droga.
Argh! Comeram meu útero essa noite, e me tiraram todas as forças.
Estou com medo. Quero minha mãe de volta, em casa.
Palmas, palmas! E ainda tem R.E.M e Duran Duran. Oh! Difícil decisão... Bons shows não deveriam ser um atrás do outro, assim não dá para ir em todos (ou em nenhum) e eu fico chupando o dedo, morta de raiva por não poder ir. Droga.
Argh! Comeram meu útero essa noite, e me tiraram todas as forças.
Estou com medo. Quero minha mãe de volta, em casa.
domingo, 12 de outubro de 2008
Eu já não tenho mais o que pensar, ninguém consegue sentir o que seria amar, mais do que eu sinto. Ninguém consegue converter uma palavra, pra amor, como eu consigo. Se sentisse as palpitações que meu coração dá, como se fossem distúrbios constantes, seguidos de sentimento, talvez podesse aprender a amar...
Até lá, ninguém vai sentir um amor, do jeito e maneira, que eu estou amando. Meus olhos agora só conseguem enxergar, o que os olhos dele, conseguem transmitir pros meus.
Até lá, ninguém vai sentir um amor, do jeito e maneira, que eu estou amando. Meus olhos agora só conseguem enxergar, o que os olhos dele, conseguem transmitir pros meus.
Não sei porquê
Insisto tanto em te querer
Se você sempre faz de mim
O que bem quer
Se ao teu lado
Sei tão pouco de você
É pelos outros que eu sei
Quem você é...
Eu sei de tudo
Com quem andas, aonde vais
Mas eu disfarço o meu ciúme
Mesmo assim
Pois aprendi
Que o meu silêncio vale mais
E desse jeito eu vou trazer
Você pra mim...
E como prêmio
Eu recebo o teu abraço
Subornando o meu desejo
Tão antigo
E fecho os olhos
Para todos os teus passos
Me enganando
Só assim somos amigos...
Por quantas vezes
Me dá raiva de querer
Em concordar com tudo
Que você me faz
Já fiz de tudo
Prá tentar te esquecer
Falta coragem prá dizer
Que nunca mais...
Nós somos cúmplices
Nós dois somos culpados
No mesmo instante
Em que teu corpo toca o meu
Já não existe
Nem o certo, nem errado
Só o amor que por encanto
Aconteceu...
E é só assim
Que eu perdôo
Os teus deslizes
E é assim o nosso
Jeito de viver
E em outros braços
Tu resolves tuas crises
Em outras bocas
Não consigo te esquecer...
Insisto tanto em te querer
Se você sempre faz de mim
O que bem quer
Se ao teu lado
Sei tão pouco de você
É pelos outros que eu sei
Quem você é...
Eu sei de tudo
Com quem andas, aonde vais
Mas eu disfarço o meu ciúme
Mesmo assim
Pois aprendi
Que o meu silêncio vale mais
E desse jeito eu vou trazer
Você pra mim...
E como prêmio
Eu recebo o teu abraço
Subornando o meu desejo
Tão antigo
E fecho os olhos
Para todos os teus passos
Me enganando
Só assim somos amigos...
Por quantas vezes
Me dá raiva de querer
Em concordar com tudo
Que você me faz
Já fiz de tudo
Prá tentar te esquecer
Falta coragem prá dizer
Que nunca mais...
Nós somos cúmplices
Nós dois somos culpados
No mesmo instante
Em que teu corpo toca o meu
Já não existe
Nem o certo, nem errado
Só o amor que por encanto
Aconteceu...
E é só assim
Que eu perdôo
Os teus deslizes
E é assim o nosso
Jeito de viver
E em outros braços
Tu resolves tuas crises
Em outras bocas
Não consigo te esquecer...
domingo, 5 de outubro de 2008
domingo, 28 de setembro de 2008
domingo, 21 de setembro de 2008
terça-feira, 9 de setembro de 2008
Eu tomaria mil vezes o mesmo sangue, só se sentisse ser dele, talvez o sangue me domine até o último gole, não por ser avermelhado, e sim pelo que corre dentro.
Seria inútil lutar contra um amor, se no fundo, todos sabemos que o amor não é nada mais do que dois corações que batem um pelo outro, com sentimento verdadeiro.
Seria inútil lutar contra um amor, se no fundo, todos sabemos que o amor não é nada mais do que dois corações que batem um pelo outro, com sentimento verdadeiro.
domingo, 24 de agosto de 2008
Tanto sangue dentro do meu derramado coração, era assim? Talvez fosse, mas não se trata disso. Lamúria insuportável, o corpo, esse que se arrasta com suas carências. Não precisa pressa, calma lá. A porteira está fechada para quem quiser passar, era isso? Já te disse que não responderei. Quero saber, e depois?
Passaram-se meses, ele voltou. Foi longo. Doía. Continua doendo. Ainda não acabou. Passa, passará. Às vezes ficávamos deitados na minha cama enquanto eu tentava decifrar o seu destino. Marte, Ossanha gostava das folhas, das pedras. De peixes também. Ele me ensinou que as pedras eram vivas. Desde então eu as mantenho imersas em copos cheios d’água, para que cresçam. São muitas. Agora espero outro. Que como ele, não será mais do que Uma Nova Metáfora do Encontro. Por enquanto espio as pombas nas cumeeiras.
Quando não há música, canto. Quando paro de cantar, como maçãs. Os talos estão jogados pelo quarto, entre os lençóis. Apodrecem como meus sentimentos, jogados na via-láctea. Esfrego a lâmpada, mas o gênio se foi. Talvez me bata outra vez contra as grades da janela até me levarem para a mesa de choques.
Passaram-se meses, ele voltou. Foi longo. Doía. Continua doendo. Ainda não acabou. Passa, passará. Às vezes ficávamos deitados na minha cama enquanto eu tentava decifrar o seu destino. Marte, Ossanha gostava das folhas, das pedras. De peixes também. Ele me ensinou que as pedras eram vivas. Desde então eu as mantenho imersas em copos cheios d’água, para que cresçam. São muitas. Agora espero outro. Que como ele, não será mais do que Uma Nova Metáfora do Encontro. Por enquanto espio as pombas nas cumeeiras.
Quando não há música, canto. Quando paro de cantar, como maçãs. Os talos estão jogados pelo quarto, entre os lençóis. Apodrecem como meus sentimentos, jogados na via-láctea. Esfrego a lâmpada, mas o gênio se foi. Talvez me bata outra vez contra as grades da janela até me levarem para a mesa de choques.
Minha sensatez, minha nobreza, meu caráter e todas as minhas devoções. Todos foram para a lata do lixo. Não sei porque, mas sempre que me sinto alta, que me sinto ao alto, há uma força que me puxa para baixo e que me faz cair novamente.
Talvez seja realmente assim: Os humilhados serão vangloriados, e os humilhadores serão rebaixados. De alguma forma, ser cristã, me faz crer em diversas coisas do gênero, e creio que algum dia, essa tal força vai parar de me puxar para baixo.
Um isqueiro de pavil, um copo de coca-cola e talvez algumas palavras atenciosas me distraiam e me disperse de você. E talvez aquela palavra de desculpas, não fosse lhe pedindo-as. E sim, dizendo que tudo aquilo dito foram desculpas.
A culpa não é minha, porém também não é sua. Arriscar sempre foi a minha onda, e vejo que sempre acabo de mãos vazias.
Não vou arriscar-me mais. Agora é tudo ou nada. Para você, é claro. Eu não aguento mais estar aqui. Alguém pode me ajudar?
Talvez seja realmente assim: Os humilhados serão vangloriados, e os humilhadores serão rebaixados. De alguma forma, ser cristã, me faz crer em diversas coisas do gênero, e creio que algum dia, essa tal força vai parar de me puxar para baixo.
Um isqueiro de pavil, um copo de coca-cola e talvez algumas palavras atenciosas me distraiam e me disperse de você. E talvez aquela palavra de desculpas, não fosse lhe pedindo-as. E sim, dizendo que tudo aquilo dito foram desculpas.
A culpa não é minha, porém também não é sua. Arriscar sempre foi a minha onda, e vejo que sempre acabo de mãos vazias.
Não vou arriscar-me mais. Agora é tudo ou nada. Para você, é claro. Eu não aguento mais estar aqui. Alguém pode me ajudar?
Talvez não seja sensato escrever algo sobre ti. Talvez, também, seja muito difícil eu transcrever todo meu sentimento fielmente e com todos os detalhes. Creio que não consigo. Porém nunca lhe recusaria um pedido, por mais que eu tente esconder da maioria das pessoas – tolas - o que sinto. Você é o contrário; é das poucas que consegue sensibilizar meu ego e coração com o mínimo de palavras. Consegue apenas com três. Aquelas, sabe? Que são incansáveis e sempre arrancam um sorriso de meu rosto por mais irritadiço que tenha sido meu dia.
Um dia, eu julguei as pessoas descoloridas, assim como eu. E todos nós realmente somos, afinal. Poderia dizer, intensificando cada uma das palavras, que ter você na minha vida é como se fosse me colorindo aos poucos – dia após dia. De vermelho, de azul, branco, roxo, dourado. Nunca preto, já havia negritude demais.
Sinceramente, minha vontade é agarrá-la em meus braços para nunca deixar que fuja. Assim eu teria certeza que iria conseguir vê-la sorrindo, como só vi uma vez. Foi o suficiente para conseguir lembra-me dele a hora que quiser.
É engraçado como as coisas acontecem. Quando sumi, sei que deve ter doído. Doeu para mim também, mas peço um milhão de desculpas. E continuarei a pedir. Sei que às vezes faço jogo duro, que me mostro uma pessoa fria. Como já mencionado, você tem prática em me fazer ser o que, na verdade, sou. É incrível! E, sim, escrevendo isso você ganhou mais um sorriso satisfeito para seu estoque.
Eu voltei, você me achou. Estive a sua procura, sim, mas em pensamentos. Não sabia como achá-la, então ficava admirando (em vão) aquela foto que tirou para mim com a música que um dia dedicou em meu nome. Suspeitei ser uma transmissão de pensamentos. Será? Ainda não sei, estou ocupado aproveitando que a tenho de volta.
Me disse uma vez que o que sentia era bem real, apesar de ter um começo sobre algo inexistente. Você tem razão! Também descobri que isso pode realmente acontecer. Não tem noção alguma de como anseio te abraçar e enchê-la de beijos. Poder dizer bem alto e em bom tom que finalmente consegui encontrá-la pessoalmente e que deixei minha timidez de lado para poder te trazer os carinhos que estou guardando.
Eu quero que isso aconteça, Natali. Quero poder te provocar um riso com algo que disse e olhar em seus olhos para dizer que é, acima de tudo, minha amiga. Aquela que cuidaria com o máximo de cautela possível.
Peço desculpas mais uma vez, mas em adiantamento. Não sou das melhores pessoas do mundo, e erro feito louca. Eu enlouqueço mesmo alguns momentos e fico fora de mim. Se isso por acaso acontecer e eu causar alguma tristeza a ti, me perdoa. Perdoa, por favor.
Me sinto uma completa idiota. Consegue adivinhar o porquê? Ora, é tão complicado escrever sobre você. Sinto que quanto mais escrevo, mais tenho a dizer. Queria poder falar mais, e mais, e mais; contudo, poderia ser sem graça. Imagina se soubesse exatamente o que se passa comigo em relação a ti? Não se surpreenderia mais, não ficaria mais feliz ou mais triste.
Não. Pararei por aqui, mas antes termino: o que eu sinto por ti é imenso. Eu te amo.
É imenso.
Luma.
Um dia, eu julguei as pessoas descoloridas, assim como eu. E todos nós realmente somos, afinal. Poderia dizer, intensificando cada uma das palavras, que ter você na minha vida é como se fosse me colorindo aos poucos – dia após dia. De vermelho, de azul, branco, roxo, dourado. Nunca preto, já havia negritude demais.
Sinceramente, minha vontade é agarrá-la em meus braços para nunca deixar que fuja. Assim eu teria certeza que iria conseguir vê-la sorrindo, como só vi uma vez. Foi o suficiente para conseguir lembra-me dele a hora que quiser.
É engraçado como as coisas acontecem. Quando sumi, sei que deve ter doído. Doeu para mim também, mas peço um milhão de desculpas. E continuarei a pedir. Sei que às vezes faço jogo duro, que me mostro uma pessoa fria. Como já mencionado, você tem prática em me fazer ser o que, na verdade, sou. É incrível! E, sim, escrevendo isso você ganhou mais um sorriso satisfeito para seu estoque.
Eu voltei, você me achou. Estive a sua procura, sim, mas em pensamentos. Não sabia como achá-la, então ficava admirando (em vão) aquela foto que tirou para mim com a música que um dia dedicou em meu nome. Suspeitei ser uma transmissão de pensamentos. Será? Ainda não sei, estou ocupado aproveitando que a tenho de volta.
Me disse uma vez que o que sentia era bem real, apesar de ter um começo sobre algo inexistente. Você tem razão! Também descobri que isso pode realmente acontecer. Não tem noção alguma de como anseio te abraçar e enchê-la de beijos. Poder dizer bem alto e em bom tom que finalmente consegui encontrá-la pessoalmente e que deixei minha timidez de lado para poder te trazer os carinhos que estou guardando.
Eu quero que isso aconteça, Natali. Quero poder te provocar um riso com algo que disse e olhar em seus olhos para dizer que é, acima de tudo, minha amiga. Aquela que cuidaria com o máximo de cautela possível.
Peço desculpas mais uma vez, mas em adiantamento. Não sou das melhores pessoas do mundo, e erro feito louca. Eu enlouqueço mesmo alguns momentos e fico fora de mim. Se isso por acaso acontecer e eu causar alguma tristeza a ti, me perdoa. Perdoa, por favor.
Me sinto uma completa idiota. Consegue adivinhar o porquê? Ora, é tão complicado escrever sobre você. Sinto que quanto mais escrevo, mais tenho a dizer. Queria poder falar mais, e mais, e mais; contudo, poderia ser sem graça. Imagina se soubesse exatamente o que se passa comigo em relação a ti? Não se surpreenderia mais, não ficaria mais feliz ou mais triste.
Não. Pararei por aqui, mas antes termino: o que eu sinto por ti é imenso. Eu te amo.
É imenso.
Luma.
domingo, 17 de agosto de 2008
Um dia, eu julguei as pessoas descoloridas, assim como eu. E todos nós realmente somos, afinal. Poderia dizer, intensificando cada uma das palavras, que ter você na minha vida é como se fosse me colorindo aos poucos – dia após dia. De vermelho, de azul, branco, roxo, dourado. Nunca preto, já havia negritude demais.
... I'll be watching you.
Luma (heart) Natali
... I'll be watching you.
Luma (heart) Natali
sábado, 16 de agosto de 2008
sexta-feira, 15 de agosto de 2008
Seu olhar tem algo mais, eu gosto de me pegar olhando suas fotos, tentando analisar alguns traços seus, você é linda e eu já te disse isso algumas vezes. Gosto da maneira que seu sorriso forma um arco em seu rosto, e como suas bochechas ficam totalmente mordíveis. Acho engraçado, muitas vezes, como um mundo fictício pode nos trazer tantas coisas boas, você foi uma delas. Lembro-me que, ainda no mundo irreal, eu te disse: Seu sorriso é meu sorriso. E eu não menti. Vejo-me hoje tão ligada a você que é assustador, pelo menos para mim. Gosto de trocar mensagens com você durante a semana toda, ansiando em conversar contigo no final de semana, nem que sejam por algumas horas. Sua voz é realmente linda, e eu amei poder desfrutar de sua risada, mesmo que do outro lado da linha. Tenho medo, não nego, você sabe. Medo de causar qualquer tipo de sofrimento à você, eu não me perdoaria jamais por isso. Ah, Natali... Você sabe o quão importante você é para mim? Tem alguma noção disso? Não poderia dormir em paz, sabendo que de alguma forma, você derramou lágrimas e a causa delas fui eu. Onde ficaria aquele sorriso, que um dia eu disse ser o meu também? Um dia eu disse e é a total e mais pura realidade. Não quero me estender muito aqui, talvez outro dia eu venha e escreva algo melhor, porque você merece. Por hora eu estou aqui para lembrar à você que eu a AMO, e não, não é pouco. Eu te amo muito. Thank you for loving me.
I.
I.
quinta-feira, 14 de agosto de 2008
Mãos tão brancas, sangue tão vermelho. Por onde andam aqueles olhos por quais eu tanto procurei? Bem longe de mim. Aqueles olhos, aqueles lindos olhos nunca olharam na mesma direção que a minha. Sempre olhará na direção contrária. Eu não posso fazer com que nós olhemos na mesma direção. Não é por não querer, ou por falta de vontade... É porque nossos destinos foram traçados para nunca se alinharem, nunca se cruzarem, apenas ficarem em paralelo, caminhando um ao lado do outro.
As saudades me matam a cada dia mais, e algumas de suas palavras são lembradas com carinho. Outras... também são lembradas, mas com dor. Eu queria poder fazer algo para me tirar desse abismo, mas eu não sou ninguém para fazer isso.
Minha vida está completa, e ao mesmo tempo vazia. Preste atenção a cada palavra minha... Sempre há um detalhe, sempre há um entrelinhas. Sempre há amor em tudo que digo, e em tudo o que eu digo, há você. Meus sorrisos, minhas lágrimas, minhas devoções, minha existência... Em tudo há um pouco de você. Meus sorrisos, minha lágrimas, minhas devoções, minha existência... Em tudo há um pouco de você. Ou será que tudo é você, é por você? Não sei. Mas não há nada que me traga felicidade plena, ou que me afete profundamente. Não quando essa pessoa se trata de você.
Romântica.. patética, poeta. Não sei me definir, não há o que definir sobre mim. Não se reprima quando eu digo chorar, nem quando eu digo que meu sangue se esvai... Eu apenas faço o possível apara me manter em pé. Como todo ser humano... Tenho minha fraquezas, tenho meus medos. Fraquezas e medos têm cura. O que não há cura é para o amor. Porque algo assim não pode ter cura?
Diz um sábio poeta, que o amor não existe, sem a dor. Se você ama, dói. Em algum ponto de sua vida, vai doer. Se não doer não é amor. Dói, machucha, fere, rasga. Mas depois vêm a maravilhosa recompensa. Eu estou esperando minha recompensa, seja ela qual for. E se vier mais dor pela frente, eu ainda erguerei a cabeça, com esperança, e ainda pensarei, que minha recompensa está logo chegando.
Você é algo assim, é tudo pra mim, é mais que eu esperava. Você é mais do que sei, é mais que sonhei.
-----
Talvez a recompensa tenha chego, e eu não consiga enxergá-la.
As saudades me matam a cada dia mais, e algumas de suas palavras são lembradas com carinho. Outras... também são lembradas, mas com dor. Eu queria poder fazer algo para me tirar desse abismo, mas eu não sou ninguém para fazer isso.
Minha vida está completa, e ao mesmo tempo vazia. Preste atenção a cada palavra minha... Sempre há um detalhe, sempre há um entrelinhas. Sempre há amor em tudo que digo, e em tudo o que eu digo, há você. Meus sorrisos, minhas lágrimas, minhas devoções, minha existência... Em tudo há um pouco de você. Meus sorrisos, minha lágrimas, minhas devoções, minha existência... Em tudo há um pouco de você. Ou será que tudo é você, é por você? Não sei. Mas não há nada que me traga felicidade plena, ou que me afete profundamente. Não quando essa pessoa se trata de você.
Romântica.. patética, poeta. Não sei me definir, não há o que definir sobre mim. Não se reprima quando eu digo chorar, nem quando eu digo que meu sangue se esvai... Eu apenas faço o possível apara me manter em pé. Como todo ser humano... Tenho minha fraquezas, tenho meus medos. Fraquezas e medos têm cura. O que não há cura é para o amor. Porque algo assim não pode ter cura?
Diz um sábio poeta, que o amor não existe, sem a dor. Se você ama, dói. Em algum ponto de sua vida, vai doer. Se não doer não é amor. Dói, machucha, fere, rasga. Mas depois vêm a maravilhosa recompensa. Eu estou esperando minha recompensa, seja ela qual for. E se vier mais dor pela frente, eu ainda erguerei a cabeça, com esperança, e ainda pensarei, que minha recompensa está logo chegando.
Você é algo assim, é tudo pra mim, é mais que eu esperava. Você é mais do que sei, é mais que sonhei.
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Talvez a recompensa tenha chego, e eu não consiga enxergá-la.
As duas palavras (justa causa) no meio de uma frase qualquer, fez a Garota respirar profundamente três vezes, para aliviar a tensão. Ela não queria chorar. Não ali, na frente de todos e principalmente daquele que a coordenava.
Engoliu, entupiu o choro, e concordou com tudo que ele havia lhe dito. Era uma advertência. E não, não era como nos colégios, que você levava advertência por ter corrido demais pelo pátio do colégio, ou até por ter dado um bofete na cara de algum de seus companheiros de sala.
Aquilo era jogo da vida real. E exatamente por isso, ela não poderia chorar. Muito menos baixar a cabeça e desistir. Ela lutou tanto para estar ali, nada poderia fazer ela desistir. Nada!
E aquela Garota não vai desistir.
Engoliu, entupiu o choro, e concordou com tudo que ele havia lhe dito. Era uma advertência. E não, não era como nos colégios, que você levava advertência por ter corrido demais pelo pátio do colégio, ou até por ter dado um bofete na cara de algum de seus companheiros de sala.
Aquilo era jogo da vida real. E exatamente por isso, ela não poderia chorar. Muito menos baixar a cabeça e desistir. Ela lutou tanto para estar ali, nada poderia fazer ela desistir. Nada!
E aquela Garota não vai desistir.
quarta-feira, 13 de agosto de 2008
Vidas falsas?
Acabaram. É, eu ainda pensei em me importar, mas agora não dá mais. Sua displicência ou até sua falta de se importar com todo meu esforço, me fizeram cansar. Pois antes, se ponha no meu lugar, e se pergunte se não é egoísta de sua parte pensar somente em você e em seus sentimentos. Se há alguém que sempre ama com corpo, coração e alma aqui, sou eu. Se você também ama, ótimo. Prove.
Eu acabei de me desiludir pela última vez, eu juro.
Acabaram. É, eu ainda pensei em me importar, mas agora não dá mais. Sua displicência ou até sua falta de se importar com todo meu esforço, me fizeram cansar. Pois antes, se ponha no meu lugar, e se pergunte se não é egoísta de sua parte pensar somente em você e em seus sentimentos. Se há alguém que sempre ama com corpo, coração e alma aqui, sou eu. Se você também ama, ótimo. Prove.
Eu acabei de me desiludir pela última vez, eu juro.
sábado, 2 de agosto de 2008
Transitou por todas as faixas de uma avenida, só pra exibir seu poder sobre o que era de ninguém. Subiu todas as escadas que desciam, e desceu por todas as escadas que subiam, pois sabia que jamais tropeçaria em alguém.
Apertou todos os botões de um elevador, correu, gritou, levantou voô, chorou. Uma questão, agora impertinente, lhe causava dor: Ela havia se esvaziado desse mundo, ou foi o mesmo mundo que a abandonou?
Apertou todos os botões de um elevador, correu, gritou, levantou voô, chorou. Uma questão, agora impertinente, lhe causava dor: Ela havia se esvaziado desse mundo, ou foi o mesmo mundo que a abandonou?
Derramei uma lágrima, pois estou sentindo sua falta. Eu ainda continuo bem para sorrir. Garota, eu penso em você todo dia, agora. Era um tempo que eu não tinha certeza, mas você acalmou minha mente. Não há duvida, você está em meu coração agora. Eu sentei aqui nas escadas, pois eu quero ficar sozinho. Se eu não puder te ter agora, eu esperarei, querida. Às vezes, eu fico tão tenso, mas eu não posso acelerar o tempo. Mas você sabe, amor, há mais uma coisa para considerar.
Patience.
Patience.
sábado, 26 de julho de 2008
Eu deixei de lado todas as desculpas que usava pra achar bonitinho, pra entender o que esta acontecendo, eu deixei de lado tudo aquilo que eu acreditava, eu apaguei meu conto de fadas. É simples, quando uma pessoa quer, ela fica, ela faz de tudo pra aceitar, pra viver, ela da segunda, terceira, quarta chance se preciso, quando a gente quer a gente fica!
Não adianta culpar uma outra pessoa, não adianta dizer que alguém deixou você assim. Não, quem manda no nosso coração é a gente, quem manda na nossa vida é a gente.
Nossos medos não são por outras pessoas, nossos medos são nossos, são nossos riscos de fracasso que nos impedem de não ir em frente, de não dar chances ao que é certo.
É simples, e você me avisou tantas vezes, onde eu estava indo, onde estava entrando e sabe por que eu fiquei? Eu fiquei, porque eu quis ficar.
Porque eu amava, porque eu acreditava, por que mesmo vendo todos os seus defeitos eu ainda te queria pra mim.
Eu aceitei, e você gostava disso, porque era fato me ter tão fácil, te fazia feliz e sem ter que escolher. Agora você aprendeu a deixar de gostar, e eu não vi você indo embora, eu achava que você ainda estava aqui. Eu ainda respeitava, eu ainda amava, eu ainda escondia minha vida de tudo.
Amar... Será que um dia eu vou amar de novo? Eu nunca tinha amado assim, nunca tinha sido tão vulnerável por alguém, como fui a você. Nunca... Nem nas minhas loucuras, nunca... E o que me resta hoje?
Lembranças... Pois é... Não me venha dizer que gostou, eu não acredito, não mais! Não venha me dizer que a culpa é minha, porque não é. Porque se alguém começou errado esse alguém foi você.
Você nunca perguntou o que seria bom pra mim, o que eu queria, no que eu estava disposta a mudar por você. Simplesmente você tomou sua decisão e eu tive que aceitar.
Só espero que minha burrice tenha me mostrado que a única pessoa que está sofrendo sou eu. Os meus erros foram gritos mudos de não saber ao certo o que fazer pra acertar com você.
Eu sei o que faria e simplesmente o que seria pra ti. Só por favor, não deixe outra pessoa achar que pode mudar o seu coração se você realmente não estiver disposto a dar ele pra alguém, isso deixa cicatrizes, deixa marca profundas, deixa um medo tremendo de amar de novo...
Talvez um dia você entenda, que o que eu sinto por você não se acha por aí, em qualquer balada, em qualquer sorriso, um dia talvez você sinta falta do meu sorriso e do meu abraço, e talvez um dia você queira apenas me ouvir dizer o quanto eu o amo, e nesse dia eu talvez já não esteja mais aqui.
Espero que um dia saia desse coração gelado uma lágrima que seja de amor por alguém, espero que um dia você precise de mim, como um dia precisei de ti! E que nesse dia você mesmo não sentindo nada, sinta apenas a minha falta!
Felicidades...É apenas o que eu desejo quando você aprender a amar e precisar de alguém, porque ninguém no mundo é capaz de ser feliz sozinho.
Não adianta culpar uma outra pessoa, não adianta dizer que alguém deixou você assim. Não, quem manda no nosso coração é a gente, quem manda na nossa vida é a gente.
Nossos medos não são por outras pessoas, nossos medos são nossos, são nossos riscos de fracasso que nos impedem de não ir em frente, de não dar chances ao que é certo.
É simples, e você me avisou tantas vezes, onde eu estava indo, onde estava entrando e sabe por que eu fiquei? Eu fiquei, porque eu quis ficar.
Porque eu amava, porque eu acreditava, por que mesmo vendo todos os seus defeitos eu ainda te queria pra mim.
Eu aceitei, e você gostava disso, porque era fato me ter tão fácil, te fazia feliz e sem ter que escolher. Agora você aprendeu a deixar de gostar, e eu não vi você indo embora, eu achava que você ainda estava aqui. Eu ainda respeitava, eu ainda amava, eu ainda escondia minha vida de tudo.
Amar... Será que um dia eu vou amar de novo? Eu nunca tinha amado assim, nunca tinha sido tão vulnerável por alguém, como fui a você. Nunca... Nem nas minhas loucuras, nunca... E o que me resta hoje?
Lembranças... Pois é... Não me venha dizer que gostou, eu não acredito, não mais! Não venha me dizer que a culpa é minha, porque não é. Porque se alguém começou errado esse alguém foi você.
Você nunca perguntou o que seria bom pra mim, o que eu queria, no que eu estava disposta a mudar por você. Simplesmente você tomou sua decisão e eu tive que aceitar.
Só espero que minha burrice tenha me mostrado que a única pessoa que está sofrendo sou eu. Os meus erros foram gritos mudos de não saber ao certo o que fazer pra acertar com você.
Eu sei o que faria e simplesmente o que seria pra ti. Só por favor, não deixe outra pessoa achar que pode mudar o seu coração se você realmente não estiver disposto a dar ele pra alguém, isso deixa cicatrizes, deixa marca profundas, deixa um medo tremendo de amar de novo...
Talvez um dia você entenda, que o que eu sinto por você não se acha por aí, em qualquer balada, em qualquer sorriso, um dia talvez você sinta falta do meu sorriso e do meu abraço, e talvez um dia você queira apenas me ouvir dizer o quanto eu o amo, e nesse dia eu talvez já não esteja mais aqui.
Espero que um dia saia desse coração gelado uma lágrima que seja de amor por alguém, espero que um dia você precise de mim, como um dia precisei de ti! E que nesse dia você mesmo não sentindo nada, sinta apenas a minha falta!
Felicidades...É apenas o que eu desejo quando você aprender a amar e precisar de alguém, porque ninguém no mundo é capaz de ser feliz sozinho.
domingo, 20 de julho de 2008
Ele olhou o espelho e lembrou-se dos últimos momentos da sua vida, viu que o tempo anda passando que a vida está mostrando novos caminhos. Deixou de desejar aquela, ou aquilo, cansou de desenhar uma vida perfeita.
Aprendeu a aceitar a vida do jeito que ela é, da maneira cheia de surpresas que ela leva, da maneira bagunçada que tudo muda. Deixou ser escolhido, pois fez muitas escolhas erradas. Deu uma chance pra nova vida e sorriu, estranhou, mas não mudou sua determinação. Não adianta planejar, não adianta querer. Na vida simplesmente acontece! E quando acontece é assim mesmo, do nada, de uma hora pra outra!
Aprendeu a aceitar a vida do jeito que ela é, da maneira cheia de surpresas que ela leva, da maneira bagunçada que tudo muda. Deixou ser escolhido, pois fez muitas escolhas erradas. Deu uma chance pra nova vida e sorriu, estranhou, mas não mudou sua determinação. Não adianta planejar, não adianta querer. Na vida simplesmente acontece! E quando acontece é assim mesmo, do nada, de uma hora pra outra!
sábado, 12 de julho de 2008
De três coisas eu estava convieta. Primeira, Edward era um vampiro. Segunda, havia uma parte dele - e eu não sabia que poder essa parte teria - que tinha sede do meu sangue. E terceira, eu estava incondicional e irrevogavelmente apaixonada por ele. (Página 157)
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Edward exitou para se testar, para ver se era seguro, para se certificar de que ainda tinha controle de suas necesidades.
E depois seus lábios frios e marmóreos encostaram com muita delicadeza nos meus.
Nenhum de nós estava preparado para minha reação. O sangue ferveu sob minha pele, ardendo em meus lábios. Minha respiração assumiu um ofegar louco, meus dedos se trançaram em seu cabelo, puxando-o pra mim. Meus lábios se separaram, enquanto eu respirava seu cheiro inebriante. (Página 223).
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Edward exitou para se testar, para ver se era seguro, para se certificar de que ainda tinha controle de suas necesidades.
E depois seus lábios frios e marmóreos encostaram com muita delicadeza nos meus.
Nenhum de nós estava preparado para minha reação. O sangue ferveu sob minha pele, ardendo em meus lábios. Minha respiração assumiu um ofegar louco, meus dedos se trançaram em seu cabelo, puxando-o pra mim. Meus lábios se separaram, enquanto eu respirava seu cheiro inebriante. (Página 223).
Deixa você passar dos trinta, trinta e cinco, ir chegando nos quarenta e não casar e nem ter esses monstros que eles chamam de filhos, casa própria nem porra nenhuma. Acordar no meio da tarde, de ressaca, olhar sua cara arrebentada no espelho. Sozinho em casa, sozinho na cidade, sozinho no mundo. Vai doer tanto, menino. Ai como eu queria tanto agora ter uma alma portuguesa para te aconchegar ao meu seio e te poupar essas futuras dores dilaceradas. Como queria tanto saber poder te avisar: vai pelo caminho da esquerda, boy, que pelo da direita tem lobo mau e solidão medonha.
Você acha que eu pareço muito fodida? Um pouco eu sei que sim, mas fala a verdade: muito? Falso, eu tenho uns amigos, sim. Fodidos que nem eu. Prefiro não andar com eles, me fazem mal. Gente da minha idade, mesmo tipo de... Ia dizer problema, puro hábito: não tem problema. Você sabe, um saco. Que nem espelho: eu olho pra cara fodida deles e tá lá escrita escarrada a minha própria cara fodida também, igualzinha à cara deles. Tem umas coisas que a gente vai deixando, vai deixando, vai deixando de ser e nem percebe. Quando viu, babau, já não é mais. Mocidade é isso aí, sabia?
Você acha que eu pareço muito fodida? Um pouco eu sei que sim, mas fala a verdade: muito? Falso, eu tenho uns amigos, sim. Fodidos que nem eu. Prefiro não andar com eles, me fazem mal. Gente da minha idade, mesmo tipo de... Ia dizer problema, puro hábito: não tem problema. Você sabe, um saco. Que nem espelho: eu olho pra cara fodida deles e tá lá escrita escarrada a minha própria cara fodida também, igualzinha à cara deles. Tem umas coisas que a gente vai deixando, vai deixando, vai deixando de ser e nem percebe. Quando viu, babau, já não é mais. Mocidade é isso aí, sabia?
Depois tu foste com os olhos vidrados, viraste as costas ao mundo que construímos e desligaste o televisor, poupaste-me dessa telenovela mexicana do costume.
Levantei-me devagar, talvez a falta me esperasse no jardim, percorri todos os canteiros mas nada faltava, vi na piscina e a água estava como sempre esteve, límpida, transparente, à espera de um corpo que lhe interrompa a quietude. Não encontrei nada que me faltasse ali e sentei-me olhando o céu cinzento. Vai chover...
Vi através da janela da cozinha o teu carro a arrancar debaixo da tempestade, vi-te partir a grande velocidade, sem um aceno, sem nada, sem uma despedida decente. A culpa foi minha!
Cheguei à cozinha com o intuito de fazer o pequeno almoço, curvei-me para apanhar um papel que estava no chão, ia amarrotá-lo e deitá-lo ao lixo mas antes tive de o ler, "meu amor, já não te amo! Perdoa-me mas encontrei outra pessoa". E a tua imagem caiu sobre mim personificando a minha falta e com ela caiu tudo o que deveria ter sido e não foi.
Teve de ser assim pensei enquanto me deitava, se não me amavas, se querias partir não iria ser eu que te iria impedir, quando se ama sabe-se dar liberdade, eu dei-te... encostei-me à almofada e observando o espaço vazio ao meu lado com os olhos repletos de lágrimas deixei-me adormecer.
Levantei-me devagar, talvez a falta me esperasse no jardim, percorri todos os canteiros mas nada faltava, vi na piscina e a água estava como sempre esteve, límpida, transparente, à espera de um corpo que lhe interrompa a quietude. Não encontrei nada que me faltasse ali e sentei-me olhando o céu cinzento. Vai chover...
Vi através da janela da cozinha o teu carro a arrancar debaixo da tempestade, vi-te partir a grande velocidade, sem um aceno, sem nada, sem uma despedida decente. A culpa foi minha!
Cheguei à cozinha com o intuito de fazer o pequeno almoço, curvei-me para apanhar um papel que estava no chão, ia amarrotá-lo e deitá-lo ao lixo mas antes tive de o ler, "meu amor, já não te amo! Perdoa-me mas encontrei outra pessoa". E a tua imagem caiu sobre mim personificando a minha falta e com ela caiu tudo o que deveria ter sido e não foi.
Teve de ser assim pensei enquanto me deitava, se não me amavas, se querias partir não iria ser eu que te iria impedir, quando se ama sabe-se dar liberdade, eu dei-te... encostei-me à almofada e observando o espaço vazio ao meu lado com os olhos repletos de lágrimas deixei-me adormecer.
sábado, 5 de julho de 2008
sábado, 28 de junho de 2008
E é isso que cretinos fazem: Te conquistam, o faz você amá-lo, depois ferram com tua vida. Ou pelo menos tentam, não é mesmo? Boa tentativa, mon amour, mas não foi dessa vez. Tente de novo, okay? E da próxima vez, vê se faça bem feito, pois talvez algo bem feito, possa realmente me atingir nem que seja um pouquinho.
Bando de ridículos.
Bando de ridículos.
domingo, 22 de junho de 2008
Há cinco anos atrás, sua mentalidade era infantil demais, ela era apenas uma criança. E realmente, ela sentiu todas aquelas sensações, nas quais uma exata criança sentiria. Hoje, ela não era mais criança... E então porque, todas aquelas sensações voltaram? Ela não sabia.
O que se passava em sua cabeça, era apenas a cena do beijo, e as piores cenas, de três anos e meio atrás, de quando ela corria atrás dele, como uma sombra, porque se dizia apaixonada por ele. E de fato, ela dava suspirinhos quando ele passava por ela, e torcia para que apenas, ele a olhasse, nem que fosse por frações de segundos.
Os anos se passaram, e ele foi embora. Havia dois anos, ou bem mais que isso, que ela não o via. Ela havia esquecido dele, mas não completamente. Então, lá vai ela, para uma festa junina, apenas para rever colegas, matar as saudades dos que iriam.
Antes, uma outra amiga, havia ligado para ela, e pedido para que lhe comprasse cigarros. E foi assim que ela fez. Chegou a padaria próxima ao colégio, e pediu um maço de cigarros. Ao entrar na padaria ela viu um rosto conhecido, e realmente não ligou. Rolou seus olhos para o lado daquela pessoa. Era ele.
Pronto, foi o suficiente, para ela começar a tremer. Ela havia reparado, que ele tinha a encarado nos olhos por algum tempo, e ela rapidamente desviou-os para pedir os cigarros. Supirou algumas vezes e a moça do caixa perguntou à ela se estava tudo bem. Ela sorriu e balançou a cabeça que sim, saindo rapidamente daquele local.
Ela contou para uma, duas, três, quatro pessoas. Todos pareciam não entender o que se passava dentro da cabeça dela. Então, ela desistiu de tentar explicar, ou de tentar entender. Desistiu também, qual foi o porque de ele ter aparecido assim, do nada e novamente, em sua vida.
Ela acreditava muito em destino, e acreditava que aquilo não foi por acaso.
Ela andava de lá para cá pelo colégio, cumprimentando um e outro, e sempre que olhava ao redor, ele estava próximo. Ela sentiu vontade de ir até ele, e ela também sentiu a mesma vontade nele, porém, apenas uma troca de olhares e um sorriso foi o "cumprimento" deles.
Ela voltou pra casa, e ainda esteve pensando nisso. Na verdade, ela está pensando até agora...
Já está mais do que provado que a coisa que todos temos certeza na vida, é a morte. Poucos acreditam que exista uma vida após essa, mas ainda sim todos tem plena certeza que há um fim de uma vida, dessa vida.
A outra certeza que é garantida é a mudança.
Talvez muitos conservadores, isolem esse fato, ou simplesmente finjam que ele não existe. Porém, existe. Mudança... Qual pessoa não muda na vida? Psicologicamente, fisicamente. Mudam suas idéias, mudam suas virtudes, aprendem a ser mais conservadores, ou talvez mais liberais. Aprendem também com as patadas da vida, com o sofrimento, e até, com talvez, uma paixão perdida.
O fato é que tudo muda. Não só em si mesmo, mas em toda a sua volta. Mesmo você obrigando-se a viver na sempre mesmisse, alguma coisa à seu redor vai mudar. Se não fosse, pela mudança, talvez ainda estivéssemos na idade da pedra, com as rodas de carros quadrdas, ou até um pouco mais a frente, achando que o mundo é quadrado.
Não há como fugir, mudança é algo certo, exato. Tão exato quando a matemática, tão certo quanto o apocalipse. Enfim, chegamos ao ponto indiscutível: Todos nós sofremos mudanças. Alguns para pior, mas a maioria sempre muda para melhor. Melhora diante dos fatos da vida, melhora por escolha própria e melhora até, por obrigação.
Pessoalmente dizendo, eu posso dizer, que ando mudando muito. Que... Mudei muito, de apenas alguns poucos anos para cá. De uma pessoa retraída, eu consegui me transformar, em um extrovertida. De chata, eu passei a ser legal, primeiramente comigo mesma, para depois ser legal com os outros. De isolada, passei a ter quase que uma centena de amigos. De sonhadora para realista, e, infelizmente de realista, para pessismista.
Eu deixei meu passado obscuro todo para trás, deixei amigos, que eu não queria, e deixei manias para trás. Infantilidade, brincadeiras sem nexo. Coisas de crianças, ou até mesmo pré-adolescentes. Hoje, aos dezoito anos, me vejo uma mulher. Não ainda formada, pois preciso de ainda muito toques de maturidade, mas ainda sim uma mulher, realizada.
Universitária, empregada. É uma obrigação, mudança. Eu, talvez ainda gostasse da folga do dia-a-dia, quando eu tinha meus apenas 15 anos, mas talvez eu goste mais da liberdade que tenho aos 18, mesmo com todas as grandes responsabilidades à frente.
A outra certeza que é garantida é a mudança.
Talvez muitos conservadores, isolem esse fato, ou simplesmente finjam que ele não existe. Porém, existe. Mudança... Qual pessoa não muda na vida? Psicologicamente, fisicamente. Mudam suas idéias, mudam suas virtudes, aprendem a ser mais conservadores, ou talvez mais liberais. Aprendem também com as patadas da vida, com o sofrimento, e até, com talvez, uma paixão perdida.
O fato é que tudo muda. Não só em si mesmo, mas em toda a sua volta. Mesmo você obrigando-se a viver na sempre mesmisse, alguma coisa à seu redor vai mudar. Se não fosse, pela mudança, talvez ainda estivéssemos na idade da pedra, com as rodas de carros quadrdas, ou até um pouco mais a frente, achando que o mundo é quadrado.
Não há como fugir, mudança é algo certo, exato. Tão exato quando a matemática, tão certo quanto o apocalipse. Enfim, chegamos ao ponto indiscutível: Todos nós sofremos mudanças. Alguns para pior, mas a maioria sempre muda para melhor. Melhora diante dos fatos da vida, melhora por escolha própria e melhora até, por obrigação.
Pessoalmente dizendo, eu posso dizer, que ando mudando muito. Que... Mudei muito, de apenas alguns poucos anos para cá. De uma pessoa retraída, eu consegui me transformar, em um extrovertida. De chata, eu passei a ser legal, primeiramente comigo mesma, para depois ser legal com os outros. De isolada, passei a ter quase que uma centena de amigos. De sonhadora para realista, e, infelizmente de realista, para pessismista.
Eu deixei meu passado obscuro todo para trás, deixei amigos, que eu não queria, e deixei manias para trás. Infantilidade, brincadeiras sem nexo. Coisas de crianças, ou até mesmo pré-adolescentes. Hoje, aos dezoito anos, me vejo uma mulher. Não ainda formada, pois preciso de ainda muito toques de maturidade, mas ainda sim uma mulher, realizada.
Universitária, empregada. É uma obrigação, mudança. Eu, talvez ainda gostasse da folga do dia-a-dia, quando eu tinha meus apenas 15 anos, mas talvez eu goste mais da liberdade que tenho aos 18, mesmo com todas as grandes responsabilidades à frente.
quinta-feira, 19 de junho de 2008
Sentiu os joelhos perderem a força e irem contra o mármore gélido do chão. Mármore este que logo era tocado pelas palmas de suas mãos trêmulas e pressionado contra o seu rosto sem expressão. O corpo todo tremia de frio, e não o frio da noite, o frio do chão. O choque térmico tornando-se cada vez mais insuportável ao invés de logo parar de incomodar. E por mais sem forças que o corpo inerte estivesse, recusava-se a render-se. Esperava-se que logo desmaiaria, mas foi o contrário. Seria obrigado a assistir todo o processo novamente.
O quarto inundava-se. A dor, rasa quando ele chegara, agora reagia violentamente. As ondas quentes tocavam-no o corpo sem pudor, afundando-o por completo. Mas a torpência de perder-se nas águas escuras e profundas não durou mais do que um segundo; como se um ralo estivesse alastrando-se no meio de seu corpo, um buraco fundo sorvia de toda a dor quente e violenta que sercava-o, até estar completamente seco e sozinho. Sozinho com o buraco, agora largo e confortável no interior machucado do corpo ainda inerte.
As bordas, em carne-viva, ardiam como se estivessem sendo tocadas por brasas. Seus órgãos vitais pareciam não sentir as chamas queimando-lhe o buraco; em trapos, machucados e cobertos de sangue, estavam frios, congelados pela falta de funcionamento repentina. Seus pulmões encontravam-se frustrantemente sem funcionamento, e sua busca por ar era inútil. E seu coração... Ah, seu coração! Costurado de volta ao lugar que, supostamente, nunca deveria ter sido arrancado. Maldito coração, rasgado no meio. Brutalmente machucado, inundava o interior em chamas com seu sangue, apagando-as vagarosamente. Imagens, palavras, lembranças, todas elas queimavam dentro das chamas apagando-se, afogavam-se em meio as cinzas e desapareciam. Seu peito era aberto com lentidão precisa, cirúrgica. As cicatrizes da última vez queimavam, queimavam como nunca haviam queimado antes, com todo o seu poder de infligir dor. O buraco rugia, lutando contra todo o processo. E o coração sangrento pulsava em desespero, sendo agarrado bruscamente e atirado longe. O buraco perdia a força, a intensidade, e acalmava-se no interior.
Com as costas apoiadas contra a parede, agora ele podia enxergar todo o cenário. Seus olhos finalmente enxergavam, e queimavam pelas lágrimas que recusaram-se a cair. Precisou abraçar os próprios joelhos para conseguir manter-se inteiro durante o processo, e agora seus braços caíam doloridos ao lado do seu corpo suado, cansado e gelado. A indiferença e o descaso voltavam a inundar o corpo machucado. O brilho dos olhos desaparecia junto com as lágrimas que tentaram formar-se, sendo substituído pelo desfoque, pela inexpressão. Recolheu todas as forças que deixara do lado de fora do quarto trancado, e pôs-se de pé. Caminhou, vacilando diversas vezes antes de conseguir aproximar-se da janela. Olhou para o dia nascendo, a luz do sol queimando-lhe os olhos verde oliva sem-vida. Os raios de sol batiam contra a pele pálida, translúcida. A brisa matinal encontravam os membros insensíveis do corpo interiormente machucado. Caminhou, agora mais forte, até o órgão sangrento atirado em um canto do quarto e agarrou-o com cuidado. Apertou os dedos com toda a força que o seu ser possuía, sentindo as pernas fraquejarem por conta disso, e atirou-o pela janela, vendo-o desaparecer no céu róseo. Os joelhos tocavam novamente o chão. A força agora inundava-o quente como a dor. Rasteja até a cama, forçando os joelhos para pôr-se de pé e largar o corpo exausto nesta.
Um som invade o quarto, incomodando seus ouvidos. Leva alguns segundos para entender que o som era proveniente do aparelho telefônico esquecido em sua mala. Pega-o. Atende-o. Ouve-o. Algumas palavras, e o órgão pulsante renascia em seu peito, cortando-se. A dor nunca deixaria-o em paz. Não de novo. Não mais. Mas não pôde deixar de confortar-se com a dor. Não pôde deixar de abraçá-la, com as chamas internas confortando-o estranhamente.
Eu amo você, Meu Amor. Eu amo você de verdade.
Doze de dezembro de dois mil e oito.
O quarto inundava-se. A dor, rasa quando ele chegara, agora reagia violentamente. As ondas quentes tocavam-no o corpo sem pudor, afundando-o por completo. Mas a torpência de perder-se nas águas escuras e profundas não durou mais do que um segundo; como se um ralo estivesse alastrando-se no meio de seu corpo, um buraco fundo sorvia de toda a dor quente e violenta que sercava-o, até estar completamente seco e sozinho. Sozinho com o buraco, agora largo e confortável no interior machucado do corpo ainda inerte.
As bordas, em carne-viva, ardiam como se estivessem sendo tocadas por brasas. Seus órgãos vitais pareciam não sentir as chamas queimando-lhe o buraco; em trapos, machucados e cobertos de sangue, estavam frios, congelados pela falta de funcionamento repentina. Seus pulmões encontravam-se frustrantemente sem funcionamento, e sua busca por ar era inútil. E seu coração... Ah, seu coração! Costurado de volta ao lugar que, supostamente, nunca deveria ter sido arrancado. Maldito coração, rasgado no meio. Brutalmente machucado, inundava o interior em chamas com seu sangue, apagando-as vagarosamente. Imagens, palavras, lembranças, todas elas queimavam dentro das chamas apagando-se, afogavam-se em meio as cinzas e desapareciam. Seu peito era aberto com lentidão precisa, cirúrgica. As cicatrizes da última vez queimavam, queimavam como nunca haviam queimado antes, com todo o seu poder de infligir dor. O buraco rugia, lutando contra todo o processo. E o coração sangrento pulsava em desespero, sendo agarrado bruscamente e atirado longe. O buraco perdia a força, a intensidade, e acalmava-se no interior.
Com as costas apoiadas contra a parede, agora ele podia enxergar todo o cenário. Seus olhos finalmente enxergavam, e queimavam pelas lágrimas que recusaram-se a cair. Precisou abraçar os próprios joelhos para conseguir manter-se inteiro durante o processo, e agora seus braços caíam doloridos ao lado do seu corpo suado, cansado e gelado. A indiferença e o descaso voltavam a inundar o corpo machucado. O brilho dos olhos desaparecia junto com as lágrimas que tentaram formar-se, sendo substituído pelo desfoque, pela inexpressão. Recolheu todas as forças que deixara do lado de fora do quarto trancado, e pôs-se de pé. Caminhou, vacilando diversas vezes antes de conseguir aproximar-se da janela. Olhou para o dia nascendo, a luz do sol queimando-lhe os olhos verde oliva sem-vida. Os raios de sol batiam contra a pele pálida, translúcida. A brisa matinal encontravam os membros insensíveis do corpo interiormente machucado. Caminhou, agora mais forte, até o órgão sangrento atirado em um canto do quarto e agarrou-o com cuidado. Apertou os dedos com toda a força que o seu ser possuía, sentindo as pernas fraquejarem por conta disso, e atirou-o pela janela, vendo-o desaparecer no céu róseo. Os joelhos tocavam novamente o chão. A força agora inundava-o quente como a dor. Rasteja até a cama, forçando os joelhos para pôr-se de pé e largar o corpo exausto nesta.
Um som invade o quarto, incomodando seus ouvidos. Leva alguns segundos para entender que o som era proveniente do aparelho telefônico esquecido em sua mala. Pega-o. Atende-o. Ouve-o. Algumas palavras, e o órgão pulsante renascia em seu peito, cortando-se. A dor nunca deixaria-o em paz. Não de novo. Não mais. Mas não pôde deixar de confortar-se com a dor. Não pôde deixar de abraçá-la, com as chamas internas confortando-o estranhamente.
Eu amo você, Meu Amor. Eu amo você de verdade.
Doze de dezembro de dois mil e oito.
terça-feira, 17 de junho de 2008
Vejo sangue escorrendo pela minha face. O espelho está a minha frente e há horas, eu estou olhando o grande corte em minha testa, através dele. Minha imagem reflete uma imagem acabada, olheiras imensas, e um traço torto, que parecia ser minha boca. Ela estava seca, sem brilho e cortada.
Eu, estava sentada, com pernas cruzadas. Um short, e uma camiseta preta. Estava frio, minhas pernas, brancas como velas, estavam pigmentando uma cor meio arroxeada. Meu corpo, tremia violentamente. Frio, muito frio.
A droga da universitária caloura, parecia mais uma doente depressiva, do que alguém que poderia chegar sequer perto de algo feliz, ou sorrir. Era apenas mais uma crise, e uma sensação estranha de que iria morrer. O ar lhe falta vez ou outra, e ela permanecia sentada, com as pernas cruzadas. Algumas músicas lhe passavam pela cabeça, e outras ela escutava. As duas se misturavam.
O pequeno espelho foi largado em uma canto qualquer, o celular foi pausado. Ela levantou-se então, e começou a dedilhar o violão. Grande babaca, mal sabia manuseá-lo! Algumas notas conhecidas saíram dele. Ela assustou-se, pois não sabia que era capaz de fazer aquilo.
Algumas lágrimas percorreram por sua face, e a impressão súbita de que iria morrer, voltou.
Por noites, ela passaria por aquilo. E sem saber o porque, estava dando vida a algo irreal, mais uma vez.
Eu, estava sentada, com pernas cruzadas. Um short, e uma camiseta preta. Estava frio, minhas pernas, brancas como velas, estavam pigmentando uma cor meio arroxeada. Meu corpo, tremia violentamente. Frio, muito frio.
A droga da universitária caloura, parecia mais uma doente depressiva, do que alguém que poderia chegar sequer perto de algo feliz, ou sorrir. Era apenas mais uma crise, e uma sensação estranha de que iria morrer. O ar lhe falta vez ou outra, e ela permanecia sentada, com as pernas cruzadas. Algumas músicas lhe passavam pela cabeça, e outras ela escutava. As duas se misturavam.
O pequeno espelho foi largado em uma canto qualquer, o celular foi pausado. Ela levantou-se então, e começou a dedilhar o violão. Grande babaca, mal sabia manuseá-lo! Algumas notas conhecidas saíram dele. Ela assustou-se, pois não sabia que era capaz de fazer aquilo.
Algumas lágrimas percorreram por sua face, e a impressão súbita de que iria morrer, voltou.
Por noites, ela passaria por aquilo. E sem saber o porque, estava dando vida a algo irreal, mais uma vez.
segunda-feira, 16 de junho de 2008
Eu poderia ficar acordado só para ouvir você respirar. Ver o seu sorriso enquanto dorme, enquanto você está longe e sonhando. Eu poderia passar minha vida inteira nessa doce rendição, eu poderia me perder neste momento para sempre. Todo momento que eu passo com você é um momento que eu valorizo. Não quero fechar meus olhos, não quero pegar no sono, porque eu sentiria sua falta, amor. E eu não quero perder nada. Porque mesmo quando eu sonho com você - O sonho mais doce nunca vai ser suficiente - Eu ainda sentiria sua falta, amor. E eu não quero perder nada. Deitado perto de você, sentindo o seu coração bater, e imaginando o que você está sonhando. Imaginando se sou eu quem você está vendo. Então eu beijo seus olhos e agradeço a Deus por estarmos juntos. Eu só quero ficar com você, neste momento para sempre, para todo o sempre.
Não quero perder um sorriso, não quero perder um beijo. Bom, eu só quero ficar com você. Aqui com você, apenas assim. Eu só quero te abraçar forte, sentir seu coração perto do meu, e ficar aqui neste momento, por todo o resto dos tempos.
Não quero perder um sorriso, não quero perder um beijo. Bom, eu só quero ficar com você. Aqui com você, apenas assim. Eu só quero te abraçar forte, sentir seu coração perto do meu, e ficar aqui neste momento, por todo o resto dos tempos.
sábado, 14 de junho de 2008
Alguém já sentiu a paz, de ver uma criança dormindo? Já sentiu, aquele pequeno corpo, tão indefeso, deitar-se sobre o seu, e dormir, sentindo-se seguro? Alguém já chorou ao ver a inocência de uma criança, que ainda está descobrindo a vida, as coisas, e por pior que seja.. As maldades do mundo no qual ela vive?
Não há nada, nem ninguém que pague amor, que pague carinho, que pague ternura. E com certeza não há nada que pague o sorriso retribuído de uma pequena inocente. E é isso que eu quero carregar comigo, coisas impagáveis. Porque elas, são as melhores coisas que existem nesse mundo, tão sem amor.
Cuide do que é seu, cuide do que possa ser seu, e cuide também do que não seja seu.
(Mariana, onze meses).
São coisas que realmente não têm preço, nada paga, e nada substitui. O cheirinho que elas exalam, não são apenas de roupas limpas, ou de um azedinho, quando precisam de um banho. É o cheiro da vida, o cheiro da inocência, e o cheiro da essência da vida. Ah, se eu me lembrasse de como era minha vida nesses maravilhosos tempos.
Eu às vezes gostaria de ainda estar lá, e de nunca passar dessa fase. Gostaria... De não precisar viver num undo tão cruel, cheio de coisas ruins, e pessoas fúteis, importando-se apenas com seu próprio nariz, assim pisando em cima dos menos privelegiados monetariamente dizendo.
Eu tenho vivido intensamente pequenos momentos, deixando brincadeiras de lado, dando mais valor a vida, as pessoas ao meu redor. Sei, que... Ao menos posso sentir quele cheio de inocência por um bom tempo ainda, e que posso aproveitá-lo. Vou sim, aproveitá-lo. E de uma pessoa, que nunca diria ser mãe, está aqui, meu desejo exposto.
Não há nada, nem ninguém que pague amor, que pague carinho, que pague ternura. E com certeza não há nada que pague o sorriso retribuído de uma pequena inocente. E é isso que eu quero carregar comigo, coisas impagáveis. Porque elas, são as melhores coisas que existem nesse mundo, tão sem amor.
Cuide do que é seu, cuide do que possa ser seu, e cuide também do que não seja seu.
(Mariana, onze meses).
sexta-feira, 13 de junho de 2008
If I close my eyes forever...
(Desabafo, parte 2) - "Ashes."
Lá estava eu, sentada numa calçada qualquer, no meio da rua. No relógio, marcavam-se duas horas da manhã e alguns minutos nos quais não me recordo. Eu havia saído de casa há muito tempo, e aparentemente, a noite estava limpa, mas fria, muito fria. Eu mal sentia meu nariz, e todos os pêlos de meu corpo arrepiavam-se a cada vez que o vento batia forte. Na minha mão, havia uma caixa de cigarros, marca Marlboro, vermelha. E acompanhada à ela, uma isqueiro, amarelo. Eu mal sabia o que fazer com eles, já que minha vida de fumante poser tinha acabado há um certo tempo.
Enfim, retirei um cigarro de dentro do maço, e com dificuldade, por causa da ventania, tentei, por várias vezes, acender o isqueiro. Fiquei nervosa com a cirscunstância e ergui alto minha mão para tacar o isqueiro ao chão com toda força. Foi quando algo, impediu-me de fazer isso. Expressando-me melhor: Uma mão segurou meu braço pelo punho.
Meu corpo, gelou, inteiramente, se é que... gelar mais, fosse possível. Olhei para cima, e um rosto muito branco, olhava para mim. Não disse nada, mas aquele homem me pareceu muito estranho. Vestia um sobretudo preto, com capuz, os cabelos caídos em um dos olhos, e tão negros - ou mais- que a noite que pairava sobre nós. Ele falou baixinho, e para minha surpresa, ele não queria de forma alguma, me fazer mal. "Eu posso usar seu isqueiro?" Depois disso, ele me sorriu, mas não senti firmeza, nem vontade naquele sorriso fraco, apenas labial. Devolvi um singelo sorriso, e ele soltou meu braço, e logo, estendi-lhe a mão entregando-lhe o isqueiro.
Ele o pegou de minha mão, e sentou-se vagarosamente ao meu lado. Tirou do bolso interior de seu sobretudo, uma caixa de cigarros, nela escrito L.A. Retirou um cigarro do maço, e com uma facilidade incrível, acendeu o isqueiro, queimando o tabaco, logo puxando um grande e longo trago. Meu queixo provavelmente estava caído, porque era incrível, como até o vento estava a favor daquele homem. Ele olhou para mim, e ofereceu-me um trago, aproximando o cigarro de mim. Eu olhei bem para o cigarro e depois a ele, fazendo isso alguma vezes, disfarçadamente, e logo disse: "Não, obrigada. Eu não fumo." Ele provavelmente me achou a garota mais idiota do mundo, pois deu uma breve risada.
Enfim, joguei aquele maço, quase cheio para trás, e dei um longo suspiro. Ele, repetiu o suspiro, agora, com um dos braços apoiados na perna e, na mão, ele segurava com uma preguiça imensa o cigarro, entre os dedos indicador e médio. Observei-o por longos minutos, e reparei, que lágrimas escorriam de seus olhos, deslizando por suas bochechas, e por entre sua barba mal feita, caindo livremente ao chão. Resolvi ficar calada, mas vi que o fluxo das lágrimas aumentavam cada vez mais, e então criei coragem e perguntei: "Porque está chorando, grande homem?"
Ele não me olhou, e nem fez sequer esforço para secar as lágrimas, apenas continuou derramando-as. Olhei para frente, e observei algumas árvores que haviam no local, que ainda estavam sendo iluminadas pela luz da lua, fraca. Deixei o homem em paz, já que nunca tinha visto um chorar. Após alguns minutos de silêncio total, ele respondeu, fungando duas ou três vezes, logo depois tragando mais um vez seu cigarro. Eu perdi minha garotinha. Não entendi, mas permaneci calada. Logo, ele voltou a falar.
Eu a perdi. Ela deve estar andando por algum lugar, sozinha, correndo algum perigo. Eu não sei onde ela está, eu... Ele me olhou nos olhos, e pela primeira vez vi o brilho de seus olhos. Não por estarem brilhando, mas apenas pelo fato de estarem encharcados. Seu semblante era pavoroso. Olheira imensas, barba sem fazer a no mínimo uma semana. Então, ele jogou o cigarro fora, e abraçou as próprias pernas com os braços. Suas luvas a meio dedo, pareciam velhas, pois tinham alguns fios puxados da lã.
Um calafrio tomou conta de meu corpo, e uma súbita vontade de ajudá-lo, me fez levantar e sentar na frente daquele homem, no meio da rua mesmo, e voltar a encará-lo. Ele levantou o rosto vagarosamente, e me encarou, ainda deixando suas lágrimas percorrerem livremente por seu rosto. Ele novamente voltou a falar. Quer ouvir minha história? Eu, estava realmente interessada em saber o que aflingia aquele homem, já que ele me pareceu tão inquebrável, e sem medos logo de vista.
Balancei a cabeça que sim, e logo, ele começou a falar.
É uma história de amor, daquelas dignas de cinema. Eu sorri, e esperei que ele continuasse, atenta. Éramos amigos, e nada parecia se encaixar. Brigávamos muito, e tínhamos poucas coisas em comum. Nós também tínhamos ficado umas duas ou três vezes, e ele era apenas um amigo, mesmo. Um certo dia, eu percebi que ele não era mais meu amigo. Ele era aquele, com eu queria ficar. Oras, eu era apenas um pivete, mas sabia que o amor estava me chamando. Namoramos por pouco tempo, e logo nos casamos. Uma praia deserta, o padre.. E nossas crianças. Trocamos alianças, e sem nem sabermos a grandiosidade daquele momento, selamos o começo de um amor sem fim. Moramos naquela casa em frente a praia, por alguns meses, e nos separamos, pela primeira vez. Ele saiu de casa, e eu sofri, claro. Ele voltou. Nós voltamos. Amor não faltava, mas ele pisou na bola pela segunda vez e sumiu do mapa. Eu sentia tanta falta dele... Deus sabe. Pronto, superei. Ele estava com um outro cara. É, ele havia me trocado por um outro cara. Eu estava com uma garota, uma amiga também, veja a ironia.
Um dia, ele resolveu me dizer, outras coisas, nas quais me fizeram ser o pior cara do mundo pr'aquela garota. Ele disse, que mesmo se morresse mil vezes, nós nos amaríamos, e que.. Ele sabia, que não adiantava eu negar, que eu o amava. Ele estava certo. Nunca vou amar alguém como o amo. Viramos amantes. Ardentes amantes. Mas isso não bastava para nós. Queríamos mais. Queríamos gritar para o mundo, que nós sempre seríamos amantes. Que nosso amor nunca acabaria, independentemente do que fosse. Muitas pessoas perguntavam-nos onde cabia tanto amor, e nós nunca sabíamos responder. Na verdade, costumávamos dizer, que era amor de alma. E apenas chamávamos de amor, por não haver outra palavra para substituir algo maior que amor. Nossas almas estavam codificadas, e por mais mil anos, nós nos amaríamos, sempre, e a cada dia mais.
Nos casamos pela terceira vez. Foi algo só nosso, feito a sangue e alma. Colocamos nossas alianças, e aí sim, era a TERCEIRA, e ÚLTIMA vez. E qua dali pra frente, nada e nem ninguém poderia acabar com nosso amor. Dito e feito.
Ele começou a soluçar, de tanto chorar, e eu me assustei. Não entendia porque, mas lágrimas também percorriam por meu rosto. Era uma linda história. Mas, até agora, eu não entendi o porque de tanto choro, se a felicidade dele parecia imensa, infindável. Ele, abaixou a cabeça, e aparentemente não consiguia mais falar. Esperei que se ele se acalmasse, mas em vão. Mesmo assim, ele voltou a falar.
Nosso terceiro casamento, durou pouco mais de um mês. Ele quis dar um tempo, e saiu de casa. Ficamos três dias afastados, e eu resolvi tomar uma decisão. Escrevi uma carta, a pior de toda minha vida. Uma carta de despedida, dizendo que eu não queria mais, que eu não poderia mais suportar as saudades dele, e.. que dessa vez, eu iria embora. Enfim, ele chegou em casa, e eu estava-o esperando no sofá, com o álbum, nossas... fotos. A minha garotinha, ah.. Deus. Dormia no sofá, e James, meu garoto, estava adormecido no quarto. Ele largou a mochila no chão, e veio ao meu encontro. De alguma forma, ele já sabia que eu ia deixá-lo, ele pressentiu. Foi na hora que ele puxou minhas vestes, rasgou algumas delas, chorando desesperadamente. Minhas mãos tremiam, e meu semblante era exatamente esse que está vendo agora. Eu chorava tanto... Que eu mal conseguia respirar. James acordou com o barulho, e Penelope também, acordara chorando. Minhas malas estava largadas por toda sala, e vi James correr por entre elas, agarrando tentando agarrar a irmã, que havia saído correndo pela porta da sala, chorando. Enfim, ele conseguiu agarrá-la no meio do hall.
Meu... pequeno, me olhava penosamente, e eu estava com medo do que ele pudesse fazer, em ato desesperado. Eu me despedi, enfim. Aquela cena me martirizava.
Entreguei a carta nas mãos dele. Ele trancafiou-se no quarto. Comecei a levar as malas pra fora da casa, e chamei James, segurado pela minha mão. Eu não vi mais Penny depois disso. Ouvi um estampido muito alto, vindo do quarto, e eu já sabia o que era.
Ele pôs as mãos no coração como se estivesse sentindo um dor horrenda, e seu choro, misturados a gritos de dor, me assustavam cada vez mais. Ele chorava feito uma criança, e decidi ajoelhar-me para abraçá-lo. Passamos vinte ou trinta minutos assim, ele me apertava forte, e eu retribuia, tentando passar-lhe segurança. Eu também estava chorando, muito. Ele ainda quis terminar sua história. Mas eu não aguentava mais ouví-la, era tristeza demais. Mesmo assim, retirei forças de onde não havia, para terminar de ouví-la. Larguei-o e sentei de novo, ao chão, bem em frente a ele, que ainda chorava muito, mas haviam cessados os berros.
James começou a gritar deseperadamente, e foi correndo em direção ao quarto. Eu não tinha forças, mas me surgiu alguma, que me fez segurá-lo. Eu gritava junto a ele, e o abracei forte, segurando-o por trás. Enfim, consegui acalmá-lo e deixei do lado de fora, no hall, cuidando das malas. Eu estava trêmulo, e meus pés me guiavam até o quarto. Eu não queria, eu morreria se visse aquela cena, eu... Ele estava deitado de bruços na cama. A pistola disparada, estava ainda encaixada em seus dedos. Retirei-a de lá, jogando em qualquer lugar do quarto. Eu deitei por cima do corpo. Mexi em seus cabelos, e minhas lágrimas juntaram-se ao sangue, derramado em lençóis, qua era tão brancos antes. Passei um tempo lá, eu não sei dizer quanto, mas apenas fui surpreendido pela voz de James. Ele me chamou pelo nome. Eu levantei, de cima do corpo, e beijei-o no rosto dizendo "Boa noite, meu bebê". Fechei a porta do quarto, e dei a mão, carregando James pra fora. Eu apenas queria acreditar, que ele fosse acordar no dia seguinte, com toda aquela disposição, ou então me atrasando para o trabalho apenas por querer um chamego a mais. Mas não houve nada disso. Não houve depois.
"Depois daquilo, eu não sei o que houve. Devem tê-lo achado."
Minha boca não fechava mais, e eu mal enxergava o rosto daquele homem, de tantas lágrimas que corriam por minha face. Ele continuou a dizer, que estava morando numa pensão, pois não queria incomodar ninguém com sua presença horrenda. James estava com ele, e ele necessitava encontrar Penny, que havia sumido desde o dia da morte do pai. Ele também havia comentado, que o corpo do marido, havia sido cremado, e que por azar, mais uma vez, ele havia chegado atrasado ao funeral.
Ele me pediu ajuda para encontrar Penny, pois ela era a melhor lembrança viva, de seu pequeno. E ele a havia perdido, ele havia jurado para si mesmo, que não descansaria até encontrá-la. Eu prometi ajudar a encontrá-la, mesmo sem saber nem por onde começar. Foi quando alguma coisa me disse, que eu sabia onde estava Penelope. Mas é claro que sim! Penelope foi achada por uma amiga minha.
Eu disse isso a ele, e um sorriso fraco brotou em seu rosto, inundado de lágrimas.
O destino é mesmo a meu favor. Quero ver Penny. E ah, obrigado por me ouvir... e Deus, obrigado por ter me mostrado o caminho.
Era inverno, mas o vento havia dado uma pausa. Aquele homem, tão robusto, tão cheio de si, estava acabado por dentro. Ele me disse que não havia nada dentro de seu coração, exceto o que ele carregava lá desde setembro. Dia 13 de setembro. Eu prometi levá-lo até essa amiga minha, no dia seguinte. Ele disse que me encontraria no mesmo lugar, onde nos encontramos. O pior de tudo, não foi ouvir tudo aquilo dele. O pior, foi ter a sensação de qua aquilo, tivesse acontecido comigo, como se eu estivesse na pele dele.
Eu caminhei de volta para casa, estava pronta para uma bronca. O sol já haviam saído, mas estava bem preguiçoso, às quase seis da manhã. Caminhei tranquilamente, até chegar a um padaria, onde parei para tomar um café. Sentei-me no banquinho, e observei a padaria, pequena, mas bem organizada, enquanto esperava meu café. O caledário, marcava dia 13, sexta-feira. Vai ver eles são superticiosos. Ou então, seria coincidência demais.
E, a propósito... O nome dele era Theodore.
Lá estava eu, sentada numa calçada qualquer, no meio da rua. No relógio, marcavam-se duas horas da manhã e alguns minutos nos quais não me recordo. Eu havia saído de casa há muito tempo, e aparentemente, a noite estava limpa, mas fria, muito fria. Eu mal sentia meu nariz, e todos os pêlos de meu corpo arrepiavam-se a cada vez que o vento batia forte. Na minha mão, havia uma caixa de cigarros, marca Marlboro, vermelha. E acompanhada à ela, uma isqueiro, amarelo. Eu mal sabia o que fazer com eles, já que minha vida de fumante poser tinha acabado há um certo tempo.
Enfim, retirei um cigarro de dentro do maço, e com dificuldade, por causa da ventania, tentei, por várias vezes, acender o isqueiro. Fiquei nervosa com a cirscunstância e ergui alto minha mão para tacar o isqueiro ao chão com toda força. Foi quando algo, impediu-me de fazer isso. Expressando-me melhor: Uma mão segurou meu braço pelo punho.
Meu corpo, gelou, inteiramente, se é que... gelar mais, fosse possível. Olhei para cima, e um rosto muito branco, olhava para mim. Não disse nada, mas aquele homem me pareceu muito estranho. Vestia um sobretudo preto, com capuz, os cabelos caídos em um dos olhos, e tão negros - ou mais- que a noite que pairava sobre nós. Ele falou baixinho, e para minha surpresa, ele não queria de forma alguma, me fazer mal. "Eu posso usar seu isqueiro?" Depois disso, ele me sorriu, mas não senti firmeza, nem vontade naquele sorriso fraco, apenas labial. Devolvi um singelo sorriso, e ele soltou meu braço, e logo, estendi-lhe a mão entregando-lhe o isqueiro.
Ele o pegou de minha mão, e sentou-se vagarosamente ao meu lado. Tirou do bolso interior de seu sobretudo, uma caixa de cigarros, nela escrito L.A. Retirou um cigarro do maço, e com uma facilidade incrível, acendeu o isqueiro, queimando o tabaco, logo puxando um grande e longo trago. Meu queixo provavelmente estava caído, porque era incrível, como até o vento estava a favor daquele homem. Ele olhou para mim, e ofereceu-me um trago, aproximando o cigarro de mim. Eu olhei bem para o cigarro e depois a ele, fazendo isso alguma vezes, disfarçadamente, e logo disse: "Não, obrigada. Eu não fumo." Ele provavelmente me achou a garota mais idiota do mundo, pois deu uma breve risada.
Enfim, joguei aquele maço, quase cheio para trás, e dei um longo suspiro. Ele, repetiu o suspiro, agora, com um dos braços apoiados na perna e, na mão, ele segurava com uma preguiça imensa o cigarro, entre os dedos indicador e médio. Observei-o por longos minutos, e reparei, que lágrimas escorriam de seus olhos, deslizando por suas bochechas, e por entre sua barba mal feita, caindo livremente ao chão. Resolvi ficar calada, mas vi que o fluxo das lágrimas aumentavam cada vez mais, e então criei coragem e perguntei: "Porque está chorando, grande homem?"
Ele não me olhou, e nem fez sequer esforço para secar as lágrimas, apenas continuou derramando-as. Olhei para frente, e observei algumas árvores que haviam no local, que ainda estavam sendo iluminadas pela luz da lua, fraca. Deixei o homem em paz, já que nunca tinha visto um chorar. Após alguns minutos de silêncio total, ele respondeu, fungando duas ou três vezes, logo depois tragando mais um vez seu cigarro. Eu perdi minha garotinha. Não entendi, mas permaneci calada. Logo, ele voltou a falar.
Eu a perdi. Ela deve estar andando por algum lugar, sozinha, correndo algum perigo. Eu não sei onde ela está, eu... Ele me olhou nos olhos, e pela primeira vez vi o brilho de seus olhos. Não por estarem brilhando, mas apenas pelo fato de estarem encharcados. Seu semblante era pavoroso. Olheira imensas, barba sem fazer a no mínimo uma semana. Então, ele jogou o cigarro fora, e abraçou as próprias pernas com os braços. Suas luvas a meio dedo, pareciam velhas, pois tinham alguns fios puxados da lã.
Um calafrio tomou conta de meu corpo, e uma súbita vontade de ajudá-lo, me fez levantar e sentar na frente daquele homem, no meio da rua mesmo, e voltar a encará-lo. Ele levantou o rosto vagarosamente, e me encarou, ainda deixando suas lágrimas percorrerem livremente por seu rosto. Ele novamente voltou a falar. Quer ouvir minha história? Eu, estava realmente interessada em saber o que aflingia aquele homem, já que ele me pareceu tão inquebrável, e sem medos logo de vista.
Balancei a cabeça que sim, e logo, ele começou a falar.
É uma história de amor, daquelas dignas de cinema. Eu sorri, e esperei que ele continuasse, atenta. Éramos amigos, e nada parecia se encaixar. Brigávamos muito, e tínhamos poucas coisas em comum. Nós também tínhamos ficado umas duas ou três vezes, e ele era apenas um amigo, mesmo. Um certo dia, eu percebi que ele não era mais meu amigo. Ele era aquele, com eu queria ficar. Oras, eu era apenas um pivete, mas sabia que o amor estava me chamando. Namoramos por pouco tempo, e logo nos casamos. Uma praia deserta, o padre.. E nossas crianças. Trocamos alianças, e sem nem sabermos a grandiosidade daquele momento, selamos o começo de um amor sem fim. Moramos naquela casa em frente a praia, por alguns meses, e nos separamos, pela primeira vez. Ele saiu de casa, e eu sofri, claro. Ele voltou. Nós voltamos. Amor não faltava, mas ele pisou na bola pela segunda vez e sumiu do mapa. Eu sentia tanta falta dele... Deus sabe. Pronto, superei. Ele estava com um outro cara. É, ele havia me trocado por um outro cara. Eu estava com uma garota, uma amiga também, veja a ironia.
Um dia, ele resolveu me dizer, outras coisas, nas quais me fizeram ser o pior cara do mundo pr'aquela garota. Ele disse, que mesmo se morresse mil vezes, nós nos amaríamos, e que.. Ele sabia, que não adiantava eu negar, que eu o amava. Ele estava certo. Nunca vou amar alguém como o amo. Viramos amantes. Ardentes amantes. Mas isso não bastava para nós. Queríamos mais. Queríamos gritar para o mundo, que nós sempre seríamos amantes. Que nosso amor nunca acabaria, independentemente do que fosse. Muitas pessoas perguntavam-nos onde cabia tanto amor, e nós nunca sabíamos responder. Na verdade, costumávamos dizer, que era amor de alma. E apenas chamávamos de amor, por não haver outra palavra para substituir algo maior que amor. Nossas almas estavam codificadas, e por mais mil anos, nós nos amaríamos, sempre, e a cada dia mais.
Nos casamos pela terceira vez. Foi algo só nosso, feito a sangue e alma. Colocamos nossas alianças, e aí sim, era a TERCEIRA, e ÚLTIMA vez. E qua dali pra frente, nada e nem ninguém poderia acabar com nosso amor. Dito e feito.
Ele começou a soluçar, de tanto chorar, e eu me assustei. Não entendia porque, mas lágrimas também percorriam por meu rosto. Era uma linda história. Mas, até agora, eu não entendi o porque de tanto choro, se a felicidade dele parecia imensa, infindável. Ele, abaixou a cabeça, e aparentemente não consiguia mais falar. Esperei que se ele se acalmasse, mas em vão. Mesmo assim, ele voltou a falar.
Nosso terceiro casamento, durou pouco mais de um mês. Ele quis dar um tempo, e saiu de casa. Ficamos três dias afastados, e eu resolvi tomar uma decisão. Escrevi uma carta, a pior de toda minha vida. Uma carta de despedida, dizendo que eu não queria mais, que eu não poderia mais suportar as saudades dele, e.. que dessa vez, eu iria embora. Enfim, ele chegou em casa, e eu estava-o esperando no sofá, com o álbum, nossas... fotos. A minha garotinha, ah.. Deus. Dormia no sofá, e James, meu garoto, estava adormecido no quarto. Ele largou a mochila no chão, e veio ao meu encontro. De alguma forma, ele já sabia que eu ia deixá-lo, ele pressentiu. Foi na hora que ele puxou minhas vestes, rasgou algumas delas, chorando desesperadamente. Minhas mãos tremiam, e meu semblante era exatamente esse que está vendo agora. Eu chorava tanto... Que eu mal conseguia respirar. James acordou com o barulho, e Penelope também, acordara chorando. Minhas malas estava largadas por toda sala, e vi James correr por entre elas, agarrando tentando agarrar a irmã, que havia saído correndo pela porta da sala, chorando. Enfim, ele conseguiu agarrá-la no meio do hall.
Meu... pequeno, me olhava penosamente, e eu estava com medo do que ele pudesse fazer, em ato desesperado. Eu me despedi, enfim. Aquela cena me martirizava.
Entreguei a carta nas mãos dele. Ele trancafiou-se no quarto. Comecei a levar as malas pra fora da casa, e chamei James, segurado pela minha mão. Eu não vi mais Penny depois disso. Ouvi um estampido muito alto, vindo do quarto, e eu já sabia o que era.
Ele pôs as mãos no coração como se estivesse sentindo um dor horrenda, e seu choro, misturados a gritos de dor, me assustavam cada vez mais. Ele chorava feito uma criança, e decidi ajoelhar-me para abraçá-lo. Passamos vinte ou trinta minutos assim, ele me apertava forte, e eu retribuia, tentando passar-lhe segurança. Eu também estava chorando, muito. Ele ainda quis terminar sua história. Mas eu não aguentava mais ouví-la, era tristeza demais. Mesmo assim, retirei forças de onde não havia, para terminar de ouví-la. Larguei-o e sentei de novo, ao chão, bem em frente a ele, que ainda chorava muito, mas haviam cessados os berros.
James começou a gritar deseperadamente, e foi correndo em direção ao quarto. Eu não tinha forças, mas me surgiu alguma, que me fez segurá-lo. Eu gritava junto a ele, e o abracei forte, segurando-o por trás. Enfim, consegui acalmá-lo e deixei do lado de fora, no hall, cuidando das malas. Eu estava trêmulo, e meus pés me guiavam até o quarto. Eu não queria, eu morreria se visse aquela cena, eu... Ele estava deitado de bruços na cama. A pistola disparada, estava ainda encaixada em seus dedos. Retirei-a de lá, jogando em qualquer lugar do quarto. Eu deitei por cima do corpo. Mexi em seus cabelos, e minhas lágrimas juntaram-se ao sangue, derramado em lençóis, qua era tão brancos antes. Passei um tempo lá, eu não sei dizer quanto, mas apenas fui surpreendido pela voz de James. Ele me chamou pelo nome. Eu levantei, de cima do corpo, e beijei-o no rosto dizendo "Boa noite, meu bebê". Fechei a porta do quarto, e dei a mão, carregando James pra fora. Eu apenas queria acreditar, que ele fosse acordar no dia seguinte, com toda aquela disposição, ou então me atrasando para o trabalho apenas por querer um chamego a mais. Mas não houve nada disso. Não houve depois.
"Depois daquilo, eu não sei o que houve. Devem tê-lo achado."
Minha boca não fechava mais, e eu mal enxergava o rosto daquele homem, de tantas lágrimas que corriam por minha face. Ele continuou a dizer, que estava morando numa pensão, pois não queria incomodar ninguém com sua presença horrenda. James estava com ele, e ele necessitava encontrar Penny, que havia sumido desde o dia da morte do pai. Ele também havia comentado, que o corpo do marido, havia sido cremado, e que por azar, mais uma vez, ele havia chegado atrasado ao funeral.
Ele me pediu ajuda para encontrar Penny, pois ela era a melhor lembrança viva, de seu pequeno. E ele a havia perdido, ele havia jurado para si mesmo, que não descansaria até encontrá-la. Eu prometi ajudar a encontrá-la, mesmo sem saber nem por onde começar. Foi quando alguma coisa me disse, que eu sabia onde estava Penelope. Mas é claro que sim! Penelope foi achada por uma amiga minha.
Eu disse isso a ele, e um sorriso fraco brotou em seu rosto, inundado de lágrimas.
O destino é mesmo a meu favor. Quero ver Penny. E ah, obrigado por me ouvir... e Deus, obrigado por ter me mostrado o caminho.
Era inverno, mas o vento havia dado uma pausa. Aquele homem, tão robusto, tão cheio de si, estava acabado por dentro. Ele me disse que não havia nada dentro de seu coração, exceto o que ele carregava lá desde setembro. Dia 13 de setembro. Eu prometi levá-lo até essa amiga minha, no dia seguinte. Ele disse que me encontraria no mesmo lugar, onde nos encontramos. O pior de tudo, não foi ouvir tudo aquilo dele. O pior, foi ter a sensação de qua aquilo, tivesse acontecido comigo, como se eu estivesse na pele dele.
Eu caminhei de volta para casa, estava pronta para uma bronca. O sol já haviam saído, mas estava bem preguiçoso, às quase seis da manhã. Caminhei tranquilamente, até chegar a um padaria, onde parei para tomar um café. Sentei-me no banquinho, e observei a padaria, pequena, mas bem organizada, enquanto esperava meu café. O caledário, marcava dia 13, sexta-feira. Vai ver eles são superticiosos. Ou então, seria coincidência demais.
E, a propósito... O nome dele era Theodore.
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