domingo, 22 de junho de 2008

Já está mais do que provado que a coisa que todos temos certeza na vida, é a morte. Poucos acreditam que exista uma vida após essa, mas ainda sim todos tem plena certeza que há um fim de uma vida, dessa vida.

A outra certeza que é garantida é a mudança.

Talvez muitos conservadores, isolem esse fato, ou simplesmente finjam que ele não existe. Porém, existe. Mudança... Qual pessoa não muda na vida? Psicologicamente, fisicamente. Mudam suas idéias, mudam suas virtudes, aprendem a ser mais conservadores, ou talvez mais liberais. Aprendem também com as patadas da vida, com o sofrimento, e até, com talvez, uma paixão perdida.

O fato é que tudo muda. Não só em si mesmo, mas em toda a sua volta. Mesmo você obrigando-se a viver na sempre mesmisse, alguma coisa à seu redor vai mudar. Se não fosse, pela mudança, talvez ainda estivéssemos na idade da pedra, com as rodas de carros quadrdas, ou até um pouco mais a frente, achando que o mundo é quadrado.

Não há como fugir, mudança é algo certo, exato. Tão exato quando a matemática, tão certo quanto o apocalipse. Enfim, chegamos ao ponto indiscutível: Todos nós sofremos mudanças. Alguns para pior, mas a maioria sempre muda para melhor. Melhora diante dos fatos da vida, melhora por escolha própria e melhora até, por obrigação.

Pessoalmente dizendo, eu posso dizer, que ando mudando muito. Que... Mudei muito, de apenas alguns poucos anos para cá. De uma pessoa retraída, eu consegui me transformar, em um extrovertida. De chata, eu passei a ser legal, primeiramente comigo mesma, para depois ser legal com os outros. De isolada, passei a ter quase que uma centena de amigos. De sonhadora para realista, e, infelizmente de realista, para pessismista.

Eu deixei meu passado obscuro todo para trás, deixei amigos, que eu não queria, e deixei manias para trás. Infantilidade, brincadeiras sem nexo. Coisas de crianças, ou até mesmo pré-adolescentes. Hoje, aos dezoito anos, me vejo uma mulher. Não ainda formada, pois preciso de ainda muito toques de maturidade, mas ainda sim uma mulher, realizada.

Universitária, empregada. É uma obrigação, mudança. Eu, talvez ainda gostasse da folga do dia-a-dia, quando eu tinha meus apenas 15 anos, mas talvez eu goste mais da liberdade que tenho aos 18, mesmo com todas as grandes responsabilidades à frente.

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