quinta-feira, 14 de agosto de 2008

As duas palavras (justa causa) no meio de uma frase qualquer, fez a Garota respirar profundamente três vezes, para aliviar a tensão. Ela não queria chorar. Não ali, na frente de todos e principalmente daquele que a coordenava.

Engoliu, entupiu o choro, e concordou com tudo que ele havia lhe dito. Era uma advertência. E não, não era como nos colégios, que você levava advertência por ter corrido demais pelo pátio do colégio, ou até por ter dado um bofete na cara de algum de seus companheiros de sala.

Aquilo era jogo da vida real. E exatamente por isso, ela não poderia chorar. Muito menos baixar a cabeça e desistir. Ela lutou tanto para estar ali, nada poderia fazer ela desistir. Nada!

E aquela Garota não vai desistir.

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