É estranho pensar como o tempo nos foge pelas mãos.
Como parece que vivemos em vão, quando na verdade vivemos pelo simples prazer da vida ser vivida.
Procuramos respostas e nos esquecemos de procurar perguntas.
Esquecemos de parar de procurar.
Nós temos que parar, pois o relógio não fará isso por nós. Ele não vai esperar realizarmos tudo aquilo que planejamos e não vai nos dar um tempo extra para planejarmos mais.
Intensidade! É disso que precisamos.
Intensidade no que sentimos, no que falamos e no que fazemos.
Pessoas vêm e vão, assim como são as estações do ano.
E por mais que elas insistam em não ficar pra sempre, ao menos a lembrança fica.
É preciso aproveitar cada momento com elas, cada simples momento que pode se tornar o último.
A vida é uma constante mudança.
Eu mudo, tu mudas, ele muda.
Mas como já dizia Raul:
Eu prefiro ser essa metamorfose ambulante.
terça-feira, 30 de dezembro de 2008
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