(Desabafo, parte 2) - "Ashes."
Lá estava eu, sentada numa calçada qualquer, no meio da rua. No relógio, marcavam-se duas horas da manhã e alguns minutos nos quais não me recordo. Eu havia saído de casa há muito tempo, e aparentemente, a noite estava limpa, mas fria, muito fria. Eu mal sentia meu nariz, e todos os pêlos de meu corpo arrepiavam-se a cada vez que o vento batia forte. Na minha mão, havia uma caixa de cigarros, marca Marlboro, vermelha. E acompanhada à ela, uma isqueiro, amarelo. Eu mal sabia o que fazer com eles, já que minha vida de fumante poser tinha acabado há um certo tempo.
Enfim, retirei um cigarro de dentro do maço, e com dificuldade, por causa da ventania, tentei, por várias vezes, acender o isqueiro. Fiquei nervosa com a cirscunstância e ergui alto minha mão para tacar o isqueiro ao chão com toda força. Foi quando algo, impediu-me de fazer isso. Expressando-me melhor: Uma mão segurou meu braço pelo punho.
Meu corpo, gelou, inteiramente, se é que... gelar mais, fosse possível. Olhei para cima, e um rosto muito branco, olhava para mim. Não disse nada, mas aquele homem me pareceu muito estranho. Vestia um sobretudo preto, com capuz, os cabelos caídos em um dos olhos, e tão negros - ou mais- que a noite que pairava sobre nós. Ele falou baixinho, e para minha surpresa, ele não queria de forma alguma, me fazer mal. "Eu posso usar seu isqueiro?" Depois disso, ele me sorriu, mas não senti firmeza, nem vontade naquele sorriso fraco, apenas labial. Devolvi um singelo sorriso, e ele soltou meu braço, e logo, estendi-lhe a mão entregando-lhe o isqueiro.
Ele o pegou de minha mão, e sentou-se vagarosamente ao meu lado. Tirou do bolso interior de seu sobretudo, uma caixa de cigarros, nela escrito L.A. Retirou um cigarro do maço, e com uma facilidade incrível, acendeu o isqueiro, queimando o tabaco, logo puxando um grande e longo trago. Meu queixo provavelmente estava caído, porque era incrível, como até o vento estava a favor daquele homem. Ele olhou para mim, e ofereceu-me um trago, aproximando o cigarro de mim. Eu olhei bem para o cigarro e depois a ele, fazendo isso alguma vezes, disfarçadamente, e logo disse: "Não, obrigada. Eu não fumo." Ele provavelmente me achou a garota mais idiota do mundo, pois deu uma breve risada.
Enfim, joguei aquele maço, quase cheio para trás, e dei um longo suspiro. Ele, repetiu o suspiro, agora, com um dos braços apoiados na perna e, na mão, ele segurava com uma preguiça imensa o cigarro, entre os dedos indicador e médio. Observei-o por longos minutos, e reparei, que lágrimas escorriam de seus olhos, deslizando por suas bochechas, e por entre sua barba mal feita, caindo livremente ao chão. Resolvi ficar calada, mas vi que o fluxo das lágrimas aumentavam cada vez mais, e então criei coragem e perguntei: "Porque está chorando, grande homem?"
Ele não me olhou, e nem fez sequer esforço para secar as lágrimas, apenas continuou derramando-as. Olhei para frente, e observei algumas árvores que haviam no local, que ainda estavam sendo iluminadas pela luz da lua, fraca. Deixei o homem em paz, já que nunca tinha visto um chorar. Após alguns minutos de silêncio total, ele respondeu, fungando duas ou três vezes, logo depois tragando mais um vez seu cigarro. Eu perdi minha garotinha. Não entendi, mas permaneci calada. Logo, ele voltou a falar.
Eu a perdi. Ela deve estar andando por algum lugar, sozinha, correndo algum perigo. Eu não sei onde ela está, eu... Ele me olhou nos olhos, e pela primeira vez vi o brilho de seus olhos. Não por estarem brilhando, mas apenas pelo fato de estarem encharcados. Seu semblante era pavoroso. Olheira imensas, barba sem fazer a no mínimo uma semana. Então, ele jogou o cigarro fora, e abraçou as próprias pernas com os braços. Suas luvas a meio dedo, pareciam velhas, pois tinham alguns fios puxados da lã.
Um calafrio tomou conta de meu corpo, e uma súbita vontade de ajudá-lo, me fez levantar e sentar na frente daquele homem, no meio da rua mesmo, e voltar a encará-lo. Ele levantou o rosto vagarosamente, e me encarou, ainda deixando suas lágrimas percorrerem livremente por seu rosto. Ele novamente voltou a falar. Quer ouvir minha história? Eu, estava realmente interessada em saber o que aflingia aquele homem, já que ele me pareceu tão inquebrável, e sem medos logo de vista.
Balancei a cabeça que sim, e logo, ele começou a falar.
É uma história de amor, daquelas dignas de cinema. Eu sorri, e esperei que ele continuasse, atenta. Éramos amigos, e nada parecia se encaixar. Brigávamos muito, e tínhamos poucas coisas em comum. Nós também tínhamos ficado umas duas ou três vezes, e ele era apenas um amigo, mesmo. Um certo dia, eu percebi que ele não era mais meu amigo. Ele era aquele, com eu queria ficar. Oras, eu era apenas um pivete, mas sabia que o amor estava me chamando. Namoramos por pouco tempo, e logo nos casamos. Uma praia deserta, o padre.. E nossas crianças. Trocamos alianças, e sem nem sabermos a grandiosidade daquele momento, selamos o começo de um amor sem fim. Moramos naquela casa em frente a praia, por alguns meses, e nos separamos, pela primeira vez. Ele saiu de casa, e eu sofri, claro. Ele voltou. Nós voltamos. Amor não faltava, mas ele pisou na bola pela segunda vez e sumiu do mapa. Eu sentia tanta falta dele... Deus sabe. Pronto, superei. Ele estava com um outro cara. É, ele havia me trocado por um outro cara. Eu estava com uma garota, uma amiga também, veja a ironia.
Um dia, ele resolveu me dizer, outras coisas, nas quais me fizeram ser o pior cara do mundo pr'aquela garota. Ele disse, que mesmo se morresse mil vezes, nós nos amaríamos, e que.. Ele sabia, que não adiantava eu negar, que eu o amava. Ele estava certo. Nunca vou amar alguém como o amo. Viramos amantes. Ardentes amantes. Mas isso não bastava para nós. Queríamos mais. Queríamos gritar para o mundo, que nós sempre seríamos amantes. Que nosso amor nunca acabaria, independentemente do que fosse. Muitas pessoas perguntavam-nos onde cabia tanto amor, e nós nunca sabíamos responder. Na verdade, costumávamos dizer, que era amor de alma. E apenas chamávamos de amor, por não haver outra palavra para substituir algo maior que amor. Nossas almas estavam codificadas, e por mais mil anos, nós nos amaríamos, sempre, e a cada dia mais.
Nos casamos pela terceira vez. Foi algo só nosso, feito a sangue e alma. Colocamos nossas alianças, e aí sim, era a TERCEIRA, e ÚLTIMA vez. E qua dali pra frente, nada e nem ninguém poderia acabar com nosso amor. Dito e feito.
Ele começou a soluçar, de tanto chorar, e eu me assustei. Não entendia porque, mas lágrimas também percorriam por meu rosto. Era uma linda história. Mas, até agora, eu não entendi o porque de tanto choro, se a felicidade dele parecia imensa, infindável. Ele, abaixou a cabeça, e aparentemente não consiguia mais falar. Esperei que se ele se acalmasse, mas em vão. Mesmo assim, ele voltou a falar.
Nosso terceiro casamento, durou pouco mais de um mês. Ele quis dar um tempo, e saiu de casa. Ficamos três dias afastados, e eu resolvi tomar uma decisão. Escrevi uma carta, a pior de toda minha vida. Uma carta de despedida, dizendo que eu não queria mais, que eu não poderia mais suportar as saudades dele, e.. que dessa vez, eu iria embora. Enfim, ele chegou em casa, e eu estava-o esperando no sofá, com o álbum, nossas... fotos. A minha garotinha, ah.. Deus. Dormia no sofá, e James, meu garoto, estava adormecido no quarto. Ele largou a mochila no chão, e veio ao meu encontro. De alguma forma, ele já sabia que eu ia deixá-lo, ele pressentiu. Foi na hora que ele puxou minhas vestes, rasgou algumas delas, chorando desesperadamente. Minhas mãos tremiam, e meu semblante era exatamente esse que está vendo agora. Eu chorava tanto... Que eu mal conseguia respirar. James acordou com o barulho, e Penelope também, acordara chorando. Minhas malas estava largadas por toda sala, e vi James correr por entre elas, agarrando tentando agarrar a irmã, que havia saído correndo pela porta da sala, chorando. Enfim, ele conseguiu agarrá-la no meio do hall.
Meu... pequeno, me olhava penosamente, e eu estava com medo do que ele pudesse fazer, em ato desesperado. Eu me despedi, enfim. Aquela cena me martirizava.
Entreguei a carta nas mãos dele. Ele trancafiou-se no quarto. Comecei a levar as malas pra fora da casa, e chamei James, segurado pela minha mão. Eu não vi mais Penny depois disso. Ouvi um estampido muito alto, vindo do quarto, e eu já sabia o que era.
Ele pôs as mãos no coração como se estivesse sentindo um dor horrenda, e seu choro, misturados a gritos de dor, me assustavam cada vez mais. Ele chorava feito uma criança, e decidi ajoelhar-me para abraçá-lo. Passamos vinte ou trinta minutos assim, ele me apertava forte, e eu retribuia, tentando passar-lhe segurança. Eu também estava chorando, muito. Ele ainda quis terminar sua história. Mas eu não aguentava mais ouví-la, era tristeza demais. Mesmo assim, retirei forças de onde não havia, para terminar de ouví-la. Larguei-o e sentei de novo, ao chão, bem em frente a ele, que ainda chorava muito, mas haviam cessados os berros.
James começou a gritar deseperadamente, e foi correndo em direção ao quarto. Eu não tinha forças, mas me surgiu alguma, que me fez segurá-lo. Eu gritava junto a ele, e o abracei forte, segurando-o por trás. Enfim, consegui acalmá-lo e deixei do lado de fora, no hall, cuidando das malas. Eu estava trêmulo, e meus pés me guiavam até o quarto. Eu não queria, eu morreria se visse aquela cena, eu... Ele estava deitado de bruços na cama. A pistola disparada, estava ainda encaixada em seus dedos. Retirei-a de lá, jogando em qualquer lugar do quarto. Eu deitei por cima do corpo. Mexi em seus cabelos, e minhas lágrimas juntaram-se ao sangue, derramado em lençóis, qua era tão brancos antes. Passei um tempo lá, eu não sei dizer quanto, mas apenas fui surpreendido pela voz de James. Ele me chamou pelo nome. Eu levantei, de cima do corpo, e beijei-o no rosto dizendo "Boa noite, meu bebê". Fechei a porta do quarto, e dei a mão, carregando James pra fora. Eu apenas queria acreditar, que ele fosse acordar no dia seguinte, com toda aquela disposição, ou então me atrasando para o trabalho apenas por querer um chamego a mais. Mas não houve nada disso. Não houve depois.
"Depois daquilo, eu não sei o que houve. Devem tê-lo achado."
Minha boca não fechava mais, e eu mal enxergava o rosto daquele homem, de tantas lágrimas que corriam por minha face. Ele continuou a dizer, que estava morando numa pensão, pois não queria incomodar ninguém com sua presença horrenda. James estava com ele, e ele necessitava encontrar Penny, que havia sumido desde o dia da morte do pai. Ele também havia comentado, que o corpo do marido, havia sido cremado, e que por azar, mais uma vez, ele havia chegado atrasado ao funeral.
Ele me pediu ajuda para encontrar Penny, pois ela era a melhor lembrança viva, de seu pequeno. E ele a havia perdido, ele havia jurado para si mesmo, que não descansaria até encontrá-la. Eu prometi ajudar a encontrá-la, mesmo sem saber nem por onde começar. Foi quando alguma coisa me disse, que eu sabia onde estava Penelope. Mas é claro que sim! Penelope foi achada por uma amiga minha.
Eu disse isso a ele, e um sorriso fraco brotou em seu rosto, inundado de lágrimas.
O destino é mesmo a meu favor. Quero ver Penny. E ah, obrigado por me ouvir... e Deus, obrigado por ter me mostrado o caminho.
Era inverno, mas o vento havia dado uma pausa. Aquele homem, tão robusto, tão cheio de si, estava acabado por dentro. Ele me disse que não havia nada dentro de seu coração, exceto o que ele carregava lá desde setembro. Dia 13 de setembro. Eu prometi levá-lo até essa amiga minha, no dia seguinte. Ele disse que me encontraria no mesmo lugar, onde nos encontramos. O pior de tudo, não foi ouvir tudo aquilo dele. O pior, foi ter a sensação de qua aquilo, tivesse acontecido comigo, como se eu estivesse na pele dele.
Eu caminhei de volta para casa, estava pronta para uma bronca. O sol já haviam saído, mas estava bem preguiçoso, às quase seis da manhã. Caminhei tranquilamente, até chegar a um padaria, onde parei para tomar um café. Sentei-me no banquinho, e observei a padaria, pequena, mas bem organizada, enquanto esperava meu café. O caledário, marcava dia 13, sexta-feira. Vai ver eles são superticiosos. Ou então, seria coincidência demais.
E, a propósito... O nome dele era Theodore.
sexta-feira, 13 de junho de 2008
Teste das cores.
Como você opera, age, frente aos seus objetivos e desejos:
Necessita urgentemente de descanso, relaxamento, paz e compreensão afetuosa. Sente que tem sido tratado com desconsideração e por isso esta abalado e agitado. Considera sua situação intolerável enquanto não concordem com suas exigência.
Sua necessidade de sentir-se mais produtivo e ter esfera mais ampla de influência torna-o inquieto, e é impulsionado pelos seus desejos e esperanças. Talvez tente ampliar suas atividades num campo demasiado vasto.
Suas preferências reais:
É autoritário ou está em posição de autoridade, mas sujeito a sentir que maior progresso torna-se problemático, pelas dificuldades presentes. Persevera, a despeito de oposição.
Necessita de, e insiste nisso, uma relação íntima e compreensiva, ou pelo menos algum modo de satisfazer a compulsão de sentir-se identificado.
Sua situação real:
Está disposto a envolver-se emocionalmente e é capaz de conseguir satisfação na atividade sexual.
Sente que não pode fazer muito, quanto aos seus problemas e dificuldades presentes, e que deve conformar-se com as coisas como são. É capaz de conseguir satisfação através da atividade sexual.
O que você quer evitar:
Interpretação fisiológica: Recusa-se a descontrair-se ou a ceder. Mantém o esgotamento e a depressão afastados pela atividade.
Interpretação psicológica: A situação ou relação atual é insatisfatória, mas sente-se incapaz de alterá-la criando senso de participação de que precisa. Reluta em expor sua vulnerabilidade e, portanto, continua resistindo a esse estado de coisa, mas sente-se dependente da ligação. Isto não só o deprime como o torna irritadiço e impaciente, provocando considerável inquietação e o impulso para fugir da situação materialmente ou pelo menos mentalmente. Sua capacidade de se concentrar pode sofrer. Em suma: insatisfação inquieta.
Interpretação fisiológica: As decepções tornaram-no desconfiado e o levaram a um afastamento isolado, obrigando-o a concentrar-se em si mesmo. Interpretação psicológica: Reprime seu entusiasmo inato e sua imaginação, por temer empolgar-se, apenas para verificar, finalmente, que está perseguindo alguma coisa ilusória. Sente que tem sido enganado e maltratado, e retraiu-se para se manter cautelosamente distante dos outros. Observa atenta e judiciosamente para ver se as intenções em relação a ele são uma precaução que se transforma facilmente em suspeita e desconfiança.Em suma: "Gato escaldado de água fria tem medo ", desapontamento emocional, sempre atento à desconfiança quanto às intenções.
Seu problema real:
Precisa proteger-se contra a tendência para confiar demais, já que julga estar sujeito a ser incompreendido ou explorado pelos outros. Portanto, está procurando uma união de intimidade tranqüila e compreensiva em que possa haver perfeito entrosamento.
A ansiedade e a insatisfação continua, seja em seus empreendimentos ou nas frustrações emocionais, têm provocado grande tensão. Sente-se incompreendido, desorientado e inquieto. Isto o impulsiona para uma busca de novas condições ou relações, na esperança de que elas possam oferecer-lhe contentamento e paz de espírito.
Necessita urgentemente de descanso, relaxamento, paz e compreensão afetuosa. Sente que tem sido tratado com desconsideração e por isso esta abalado e agitado. Considera sua situação intolerável enquanto não concordem com suas exigência.
Sua necessidade de sentir-se mais produtivo e ter esfera mais ampla de influência torna-o inquieto, e é impulsionado pelos seus desejos e esperanças. Talvez tente ampliar suas atividades num campo demasiado vasto.
Suas preferências reais:
É autoritário ou está em posição de autoridade, mas sujeito a sentir que maior progresso torna-se problemático, pelas dificuldades presentes. Persevera, a despeito de oposição.
Necessita de, e insiste nisso, uma relação íntima e compreensiva, ou pelo menos algum modo de satisfazer a compulsão de sentir-se identificado.
Sua situação real:
Está disposto a envolver-se emocionalmente e é capaz de conseguir satisfação na atividade sexual.
Sente que não pode fazer muito, quanto aos seus problemas e dificuldades presentes, e que deve conformar-se com as coisas como são. É capaz de conseguir satisfação através da atividade sexual.
O que você quer evitar:
Interpretação fisiológica: Recusa-se a descontrair-se ou a ceder. Mantém o esgotamento e a depressão afastados pela atividade.
Interpretação psicológica: A situação ou relação atual é insatisfatória, mas sente-se incapaz de alterá-la criando senso de participação de que precisa. Reluta em expor sua vulnerabilidade e, portanto, continua resistindo a esse estado de coisa, mas sente-se dependente da ligação. Isto não só o deprime como o torna irritadiço e impaciente, provocando considerável inquietação e o impulso para fugir da situação materialmente ou pelo menos mentalmente. Sua capacidade de se concentrar pode sofrer. Em suma: insatisfação inquieta.
Interpretação fisiológica: As decepções tornaram-no desconfiado e o levaram a um afastamento isolado, obrigando-o a concentrar-se em si mesmo. Interpretação psicológica: Reprime seu entusiasmo inato e sua imaginação, por temer empolgar-se, apenas para verificar, finalmente, que está perseguindo alguma coisa ilusória. Sente que tem sido enganado e maltratado, e retraiu-se para se manter cautelosamente distante dos outros. Observa atenta e judiciosamente para ver se as intenções em relação a ele são uma precaução que se transforma facilmente em suspeita e desconfiança.Em suma: "Gato escaldado de água fria tem medo ", desapontamento emocional, sempre atento à desconfiança quanto às intenções.
Seu problema real:
Precisa proteger-se contra a tendência para confiar demais, já que julga estar sujeito a ser incompreendido ou explorado pelos outros. Portanto, está procurando uma união de intimidade tranqüila e compreensiva em que possa haver perfeito entrosamento.
A ansiedade e a insatisfação continua, seja em seus empreendimentos ou nas frustrações emocionais, têm provocado grande tensão. Sente-se incompreendido, desorientado e inquieto. Isto o impulsiona para uma busca de novas condições ou relações, na esperança de que elas possam oferecer-lhe contentamento e paz de espírito.
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