Se você estiver indo embora, você me levará com você?
Eu estou cansado de falar ao telefone. Mas há uma coisa que eu nunca posso lhe dar: Meu coração, nunca poderá ser o seu lar.
domingo, 24 de agosto de 2008
Tanto sangue dentro do meu derramado coração, era assim? Talvez fosse, mas não se trata disso. Lamúria insuportável, o corpo, esse que se arrasta com suas carências. Não precisa pressa, calma lá. A porteira está fechada para quem quiser passar, era isso? Já te disse que não responderei. Quero saber, e depois?
Passaram-se meses, ele voltou. Foi longo. Doía. Continua doendo. Ainda não acabou. Passa, passará. Às vezes ficávamos deitados na minha cama enquanto eu tentava decifrar o seu destino. Marte, Ossanha gostava das folhas, das pedras. De peixes também. Ele me ensinou que as pedras eram vivas. Desde então eu as mantenho imersas em copos cheios d’água, para que cresçam. São muitas. Agora espero outro. Que como ele, não será mais do que Uma Nova Metáfora do Encontro. Por enquanto espio as pombas nas cumeeiras.
Quando não há música, canto. Quando paro de cantar, como maçãs. Os talos estão jogados pelo quarto, entre os lençóis. Apodrecem como meus sentimentos, jogados na via-láctea. Esfrego a lâmpada, mas o gênio se foi. Talvez me bata outra vez contra as grades da janela até me levarem para a mesa de choques.
Passaram-se meses, ele voltou. Foi longo. Doía. Continua doendo. Ainda não acabou. Passa, passará. Às vezes ficávamos deitados na minha cama enquanto eu tentava decifrar o seu destino. Marte, Ossanha gostava das folhas, das pedras. De peixes também. Ele me ensinou que as pedras eram vivas. Desde então eu as mantenho imersas em copos cheios d’água, para que cresçam. São muitas. Agora espero outro. Que como ele, não será mais do que Uma Nova Metáfora do Encontro. Por enquanto espio as pombas nas cumeeiras.
Quando não há música, canto. Quando paro de cantar, como maçãs. Os talos estão jogados pelo quarto, entre os lençóis. Apodrecem como meus sentimentos, jogados na via-láctea. Esfrego a lâmpada, mas o gênio se foi. Talvez me bata outra vez contra as grades da janela até me levarem para a mesa de choques.
Minha sensatez, minha nobreza, meu caráter e todas as minhas devoções. Todos foram para a lata do lixo. Não sei porque, mas sempre que me sinto alta, que me sinto ao alto, há uma força que me puxa para baixo e que me faz cair novamente.
Talvez seja realmente assim: Os humilhados serão vangloriados, e os humilhadores serão rebaixados. De alguma forma, ser cristã, me faz crer em diversas coisas do gênero, e creio que algum dia, essa tal força vai parar de me puxar para baixo.
Um isqueiro de pavil, um copo de coca-cola e talvez algumas palavras atenciosas me distraiam e me disperse de você. E talvez aquela palavra de desculpas, não fosse lhe pedindo-as. E sim, dizendo que tudo aquilo dito foram desculpas.
A culpa não é minha, porém também não é sua. Arriscar sempre foi a minha onda, e vejo que sempre acabo de mãos vazias.
Não vou arriscar-me mais. Agora é tudo ou nada. Para você, é claro. Eu não aguento mais estar aqui. Alguém pode me ajudar?
Talvez seja realmente assim: Os humilhados serão vangloriados, e os humilhadores serão rebaixados. De alguma forma, ser cristã, me faz crer em diversas coisas do gênero, e creio que algum dia, essa tal força vai parar de me puxar para baixo.
Um isqueiro de pavil, um copo de coca-cola e talvez algumas palavras atenciosas me distraiam e me disperse de você. E talvez aquela palavra de desculpas, não fosse lhe pedindo-as. E sim, dizendo que tudo aquilo dito foram desculpas.
A culpa não é minha, porém também não é sua. Arriscar sempre foi a minha onda, e vejo que sempre acabo de mãos vazias.
Não vou arriscar-me mais. Agora é tudo ou nada. Para você, é claro. Eu não aguento mais estar aqui. Alguém pode me ajudar?
Talvez não seja sensato escrever algo sobre ti. Talvez, também, seja muito difícil eu transcrever todo meu sentimento fielmente e com todos os detalhes. Creio que não consigo. Porém nunca lhe recusaria um pedido, por mais que eu tente esconder da maioria das pessoas – tolas - o que sinto. Você é o contrário; é das poucas que consegue sensibilizar meu ego e coração com o mínimo de palavras. Consegue apenas com três. Aquelas, sabe? Que são incansáveis e sempre arrancam um sorriso de meu rosto por mais irritadiço que tenha sido meu dia.
Um dia, eu julguei as pessoas descoloridas, assim como eu. E todos nós realmente somos, afinal. Poderia dizer, intensificando cada uma das palavras, que ter você na minha vida é como se fosse me colorindo aos poucos – dia após dia. De vermelho, de azul, branco, roxo, dourado. Nunca preto, já havia negritude demais.
Sinceramente, minha vontade é agarrá-la em meus braços para nunca deixar que fuja. Assim eu teria certeza que iria conseguir vê-la sorrindo, como só vi uma vez. Foi o suficiente para conseguir lembra-me dele a hora que quiser.
É engraçado como as coisas acontecem. Quando sumi, sei que deve ter doído. Doeu para mim também, mas peço um milhão de desculpas. E continuarei a pedir. Sei que às vezes faço jogo duro, que me mostro uma pessoa fria. Como já mencionado, você tem prática em me fazer ser o que, na verdade, sou. É incrível! E, sim, escrevendo isso você ganhou mais um sorriso satisfeito para seu estoque.
Eu voltei, você me achou. Estive a sua procura, sim, mas em pensamentos. Não sabia como achá-la, então ficava admirando (em vão) aquela foto que tirou para mim com a música que um dia dedicou em meu nome. Suspeitei ser uma transmissão de pensamentos. Será? Ainda não sei, estou ocupado aproveitando que a tenho de volta.
Me disse uma vez que o que sentia era bem real, apesar de ter um começo sobre algo inexistente. Você tem razão! Também descobri que isso pode realmente acontecer. Não tem noção alguma de como anseio te abraçar e enchê-la de beijos. Poder dizer bem alto e em bom tom que finalmente consegui encontrá-la pessoalmente e que deixei minha timidez de lado para poder te trazer os carinhos que estou guardando.
Eu quero que isso aconteça, Natali. Quero poder te provocar um riso com algo que disse e olhar em seus olhos para dizer que é, acima de tudo, minha amiga. Aquela que cuidaria com o máximo de cautela possível.
Peço desculpas mais uma vez, mas em adiantamento. Não sou das melhores pessoas do mundo, e erro feito louca. Eu enlouqueço mesmo alguns momentos e fico fora de mim. Se isso por acaso acontecer e eu causar alguma tristeza a ti, me perdoa. Perdoa, por favor.
Me sinto uma completa idiota. Consegue adivinhar o porquê? Ora, é tão complicado escrever sobre você. Sinto que quanto mais escrevo, mais tenho a dizer. Queria poder falar mais, e mais, e mais; contudo, poderia ser sem graça. Imagina se soubesse exatamente o que se passa comigo em relação a ti? Não se surpreenderia mais, não ficaria mais feliz ou mais triste.
Não. Pararei por aqui, mas antes termino: o que eu sinto por ti é imenso. Eu te amo.
É imenso.
Luma.
Um dia, eu julguei as pessoas descoloridas, assim como eu. E todos nós realmente somos, afinal. Poderia dizer, intensificando cada uma das palavras, que ter você na minha vida é como se fosse me colorindo aos poucos – dia após dia. De vermelho, de azul, branco, roxo, dourado. Nunca preto, já havia negritude demais.
Sinceramente, minha vontade é agarrá-la em meus braços para nunca deixar que fuja. Assim eu teria certeza que iria conseguir vê-la sorrindo, como só vi uma vez. Foi o suficiente para conseguir lembra-me dele a hora que quiser.
É engraçado como as coisas acontecem. Quando sumi, sei que deve ter doído. Doeu para mim também, mas peço um milhão de desculpas. E continuarei a pedir. Sei que às vezes faço jogo duro, que me mostro uma pessoa fria. Como já mencionado, você tem prática em me fazer ser o que, na verdade, sou. É incrível! E, sim, escrevendo isso você ganhou mais um sorriso satisfeito para seu estoque.
Eu voltei, você me achou. Estive a sua procura, sim, mas em pensamentos. Não sabia como achá-la, então ficava admirando (em vão) aquela foto que tirou para mim com a música que um dia dedicou em meu nome. Suspeitei ser uma transmissão de pensamentos. Será? Ainda não sei, estou ocupado aproveitando que a tenho de volta.
Me disse uma vez que o que sentia era bem real, apesar de ter um começo sobre algo inexistente. Você tem razão! Também descobri que isso pode realmente acontecer. Não tem noção alguma de como anseio te abraçar e enchê-la de beijos. Poder dizer bem alto e em bom tom que finalmente consegui encontrá-la pessoalmente e que deixei minha timidez de lado para poder te trazer os carinhos que estou guardando.
Eu quero que isso aconteça, Natali. Quero poder te provocar um riso com algo que disse e olhar em seus olhos para dizer que é, acima de tudo, minha amiga. Aquela que cuidaria com o máximo de cautela possível.
Peço desculpas mais uma vez, mas em adiantamento. Não sou das melhores pessoas do mundo, e erro feito louca. Eu enlouqueço mesmo alguns momentos e fico fora de mim. Se isso por acaso acontecer e eu causar alguma tristeza a ti, me perdoa. Perdoa, por favor.
Me sinto uma completa idiota. Consegue adivinhar o porquê? Ora, é tão complicado escrever sobre você. Sinto que quanto mais escrevo, mais tenho a dizer. Queria poder falar mais, e mais, e mais; contudo, poderia ser sem graça. Imagina se soubesse exatamente o que se passa comigo em relação a ti? Não se surpreenderia mais, não ficaria mais feliz ou mais triste.
Não. Pararei por aqui, mas antes termino: o que eu sinto por ti é imenso. Eu te amo.
É imenso.
Luma.
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