sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Olhe! Já vem surgindo um sorriso ao longe! E tão brilhante és, que o vejo de longe.

Tão irradiante, que transmite também à mim um largo e espaçoso sorriso. Daqueles que não é necessário forçar. Algo que vem de dentro para fora, e tão instintivamente, que não seria possível segurá-lo.

O brilho aproxima-se, ofusca, encanta. Quero dedicar muitos e muitos dias a ver tal brilho, tal sorriso. Quero lançar à meu próprio semblante alegria, brilho, sentimento, paixão. Ele seria extremamente normal e comum à meus olhos, se não fosse por um fato: Estou apaixonada por ele.

Não existe outro foco. Nada existe enquanto ele existir.
O tempo passa. Mesmo quando isso parece impossível.
Mesmo quando cada batida do ponteiro dos segundos dói como sangue pulsando sob um hematoma. Passa de modo inconstante, com guinadas estranhas e calmarias arrastadas, mas passa. Até para mim.



4. O despertar. - New Moon. (Página 85).
Via Funchal apresenta... Cyndi Lauper.

Palmas, palmas! E ainda tem R.E.M e Duran Duran. Oh! Difícil decisão... Bons shows não deveriam ser um atrás do outro, assim não dá para ir em todos (ou em nenhum) e eu fico chupando o dedo, morta de raiva por não poder ir. Droga.

Argh! Comeram meu útero essa noite, e me tiraram todas as forças.
Estou com medo. Quero minha mãe de volta, em casa.