sábado, 16 de maio de 2009

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Eu sou os brinquedos que brinquei, as gírias que usei, os segredos que guardei, eu sou o meu pico preferido, aqueles amores atordoados que vivi, a conversa séria que tive um dia com minha mãe, eu sou o que me recordo. Eu sou a saudade que sinto da minha infância, a dor de um amor não ter dado certo, de não ter falado na hora o que mais quis, a emoção de um filme que assisti, a saudade de lugares que já passei em outros países, eu sou o que choro. Eu Sou a Sinceridade, o abraço inesperado, a força dada para o amigo que precisou, a sensibilidade que grita, o carinho que permuta, eu sou a gargalhada, o beijo, eu sou o que desnudo. Eu sou a raiva junto a impotência de não conseguir mudar, desapontamento com algumas pessoas, o ódio que tudo isso dá! Eu sou direitos que tenho, os deveres que me obrigam, eu sou a estrada por onde corre atrás, eu sou o que penso, eu sou o que faço e o que ninguém vê. Eu acredito é em suspiros, alegrias explosivas, amizades verdadeiras, olhares faiscantes; Em sorrisos que varrem qualquer tristeza e em abraços que trazem harmonia para a vida da gente... O tempo passa, e com ele as coisas também passam, a vida muda. Esse é o propósito da vida. Acertando ou errando, o importante é aprender. Aceitar o passado e as circunstâncias da vida que não podemos mudar traz enorme alívio e a paz de espírito que procuramos tão intensamente. Devemos deixar o passado para trás. Cada dia é um novo começo. E a cada dia nós dá a oportunidade de olhar para frente com esperança, nos afastando dos vícios e de tudo aquilo que nos faz mal.