Feliz 2010!
sexta-feira, 1 de janeiro de 2010
Conhecimento é poder
Sinto-me a bordo de um barco prestes a entrar em um oceano revolto pela tempestade no horizonte. Estou no comando do barco: o timão é controlado por mim, e o leme, agora, segue a direção precisada. Será que mapeei bem a viagem, ou estou indo às cegas para o grande maremoto à frente? Passei por um já, e talvez siga em frente. Passei com um abalo menor do que o esperado. No prazo de quatro e seis dias o barco chegará à tempestade. O que ocorrerá? Um naufrágio sem precedentes? Ou uma saída triunfal? Certamente, a glória estará esperando no final desse tortuoso caminho marítimo. Recoberto com a roupa de gala e com os louros dessa vitória, me encaminharei para a noite máxima. O ápice de 11 anos de espera. O encerramento da etapa será em grande estilo. Em alto mar eu estarei. Sabem-se lá quais e quantas serão as surpresas pelo trajeto. Períodos de calmaria e de tempestade. Marolas e ondas catastróficas. Tenho certeza que meu barco estará preparado para enfrentar as adversidades que virão. Quem me acompanhará nessa viagem? Não sei. Aí é que está a grande maravilha da eterna jornada: a dúvida sobre os caminhos e pessoas que virão. A vida é imprevisível. Não há a necessidade de preocupar-se com o que acontecerá, se isso foge ao seu controle. Controle sua vida, e não deixe que ela controle você. Amigos e amigas, naveguemos por mares desconhecidos, e que a proteção nos acompanhe, enchendo nosso barco com o mais valioso tesouro: o sucesso que se aproxima.
Cansei de deixar para trás copos sujos e cigarros pela metade, beijos sem compromissos, das promessas falsas e corações despedaçados. Desisti dos alucinógenos, com os quais só assim vivia do modo que eu queria, vi as coisas que desejei, pertenci à um mundo que só ela entendia. Era inconsequente, sem medos, sem limites. Parei de agir por impulso, de não dar atenção aos avisos, de sempre perder a consciência e ansiar cada vez mais por advertências. Era como demonstrava o frio que guardava dentro de si, ria de quem advertia, caçoava, machucava e abalava. Talvez isso tenha feito se questionar, partir.
Espero aqui, ansiosa, o retorno da parte que me foi arrancada sem meu consentimento. Cada arrepio, impressão me deixa eufórica, esperançosa. Mas creio que para sua volta eu precise viver mais, viver mais para mim e não em função dos outros. Deixo assim de esquecer das horas, de fazer por fazer, de olhar e não ver nada. Vou esquecer de como preciso desse outro eu, fazer as coisas como devem ser feitas, sorrir, ter afeto e continuar a seguir meus dias. Quem sabe assim ela se lembre de mim e volte sem eu esperar...
Minhas atitudes são automáticas, não há pausa para reflexões, as palavras parecem vomitadas, meus olhos procuram o nada, sem rumo, sem qualquer ponto.
Espero aqui, ansiosa, o retorno da parte que me foi arrancada sem meu consentimento. Cada arrepio, impressão me deixa eufórica, esperançosa. Mas creio que para sua volta eu precise viver mais, viver mais para mim e não em função dos outros. Deixo assim de esquecer das horas, de fazer por fazer, de olhar e não ver nada. Vou esquecer de como preciso desse outro eu, fazer as coisas como devem ser feitas, sorrir, ter afeto e continuar a seguir meus dias. Quem sabe assim ela se lembre de mim e volte sem eu esperar...
Minhas atitudes são automáticas, não há pausa para reflexões, as palavras parecem vomitadas, meus olhos procuram o nada, sem rumo, sem qualquer ponto.
Cansei de deixar para trás copos sujos e cigarros pela metade, beijos sem compromissos, das promessas falsas e corações despedaçados. Desisti dos alucinógenos, com os quais só assim vivia do modo que eu queria, vi as coisas que desejei, pertenci à um mundo que só ela entendia. Era inconsequente, sem medos, sem limites. Parei de agir por impulso, de não dar atenção aos avisos, de sempre perder a consciência e ansiar cada vez mais por advertências. Era como demonstrava o frio que guardava dentro de si, ria de quem advertia, caçoava, machucava e abalava. Talvez isso tenha feito se questionar, partir.
Espero aqui, ansiosa, o retorno da parte que me foi arrancada sem meu consentimento. Cada arrepio, impressão me deixa eufórica, esperançosa. Mas creio que para sua volta eu precise viver mais, viver mais para mim e não em função dos outros. Deixo assim de esquecer das horas, de fazer por fazer, de olhar e não ver nada. Vou esquecer de como preciso desse outro eu, fazer as coisas como devem ser feitas, sorrir, ter afeto e continuar a seguir meus dias. Quem sabe assim ela se lembre de mim e volte sem eu esperar...
Minhas atitudes são automáticas, não há pausa para reflexões, as palavras parecem vomitadas, meus olhos procuram o nada, sem rumo, sem qualquer ponto.
Espero aqui, ansiosa, o retorno da parte que me foi arrancada sem meu consentimento. Cada arrepio, impressão me deixa eufórica, esperançosa. Mas creio que para sua volta eu precise viver mais, viver mais para mim e não em função dos outros. Deixo assim de esquecer das horas, de fazer por fazer, de olhar e não ver nada. Vou esquecer de como preciso desse outro eu, fazer as coisas como devem ser feitas, sorrir, ter afeto e continuar a seguir meus dias. Quem sabe assim ela se lembre de mim e volte sem eu esperar...
Minhas atitudes são automáticas, não há pausa para reflexões, as palavras parecem vomitadas, meus olhos procuram o nada, sem rumo, sem qualquer ponto.
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